Publicado em 4/09/2017 as 3:00pm

GMB demonstra preocupação com o fim do DACA

Em documento enviado a imprensa, o Grupo Mulher Brasileira demonstrou preocupação com o fim do programa que beneficia imigrantes.

GMB demonstra preocupação com o fim do DACA Imigrantes durante protesto a favor do DACA em Los Angeles na última semana.

O Grupo Mulher Brasileira (GMB) relatou a imprensa que está acompanhando bem de perto o noticiário sobre a provável intenção do atual governo americano de acabar com o programa direcionado para imigrantes, o DACA.

O grupo afirma que no momento não estão fazendo novas aplicações, mas continuam renovando o DACA. “Aconselhamos os estudantes que têm o programa para observarem a data de vencimento da permissão de trabalho e terem cuidado para que não expire”, afirmam na nota.

O DACA foi criado em 2012 pelo ex-presidente Obama para dar status temporário para estudantes que foram trazidos para os Estados Unidos ainda pequenos. Cerca de 800 mil estudantes estão inscritos no programa, quase 8 mil só em Massachusetts. O GMB tem ajudado os estudantes a requerer DACA desde agosto de 2012 e ajudado com a renovação.

O Grupo Mulher Brasileira tem demonstrado preocupação com a possibilidade do governo federal acabar com o programa, por isso incentivam a comunidade a lutar contra esta ameaça. “Principalmente quem tem documento deve falar por aqueles que se sentem fragilizados e ameaçados e têm medo de se expresser”, afirma Heloisa Galvão, do GMB.

O grupo defende a decisão do juiz Orlando Garcia, de San Antônio, que suspendeu temporariamente o projeto de lei SB4 que entraria em vigor neste primeiro de setembro no Texas, permitindo que a polícia trabalhe com agentes de imigração. Os policiais teriam direito de checar status imigratório de qualquer pessoa.

“Nós estamos solidárias com o povo do Texas que passa por situação de catástrofe. Não é hora do governo colocar em vigor lei draconiana que empurra mais ainda as pessoas para a invisibilidade e coloca em risca a vida humana”, afirmou Heloisa em nota enviada a imprensa brasileira.

Fonte: Redação - Brazilian Times

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