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Publicado em 2/03/2018 as 12:00pm

Advogado de imigração rebate denúncia e diz que jamais explorou brasileiros em MA

Até o julgamento, em 2021, Maroun pode atuar na área de imigração como advogado, e durante este período ele “vai provar que foi vítima de calúnia e difamação”.

Advogado de imigração rebate denúncia e diz que jamais explorou brasileiros em MA George Maroun não teve o direito de atuar como advogado cassado.

Na edição anterior, o jornal Brazilian Times publicou uma matéria sobre o processo iniciado pela Procuradora-geral de Massachusetts, Maura Healey, contra a brasileira Marinalva Harris e o advogado George C. Maroun Jr. A denúncia cita que os dois cobravam valores exorbitantes dos clientes dando falsas garantias em seus processos, enganando os clientes, e os ameaçando com deportação.

Na quinta-feira (22), o juiz Edward P. Leibensperger, emitiu uma decisão preliminar proibindo Marinalva Harris e o escritório de apresentá-la como advogada, e de dar falsas garantias aos clientes que seus processos imigratórios serão bem sucedidos.

George C. Maroun, Jr. trabalha na região da Grande Boston e tem escritórios também em Methuen e Stoneham.

Desde janeiro de 2013, segundo a acusação do estado, Maroun enviou centenas de processos e petições à Imigração para mais de 1.000 clientes residentes de Massachusetts, em sua maioria brasileiros e com limitada fluência no inglês.

O advogado entrou em contato com a redação do Brazilian Times e apresentou documentos emitidos na sexta-feira, 23, um dia após a primeira decisão. Segundo ele, a Procuradoria-Geral apresentou uma queixa e um pedido de injunção para o impedir de praticar Direito imigratório, baseado em depoimentos de ex-clientes. “Eles também solicitaram que eu fosse restringido de usar meus fundos pessoais até que o processo judicial termine”, continuou.

Além disso, a Procuradoria, pediu ao juiz para antecipar a audiência e não teria permissão para colher depoimento das pessoas que fizeram as acusações.

Mas, como mostram os documentos encaminhados ao e-mail do BT, após a audiência de sexta, o juiz negou o pedido feito pela Procuradoria eles impedir Maroun de praticar Direito imigratório, negou o pedido de antecipação de audiência, negou o pedido de bloqueio dos seus bens e ordenou que o advogado não quebre a lei. “Eu jamais fiz isso”, afirma.

Maroun acrescenta que o juiz determinou que ele não pode apresentar a Mary (Marinalva) como advogada, “mas isso nunca ocorreu e nunca ocorrerá, pois todos os clientes sabem que ela sempre se apresenta como sua assistente legal”.

O juiz também determinou que ele não contate ou informe para a imigração sobre os casos dos ex-clientes que iniciaram este processo.

Diante de tudo isso, uma audiência sobre o caso foi marcada para ser julgada em 2021. “Importante informar também que agora temos um processo contra eles por calúnia e difamação”, finaliza.

Fonte: Redação - Brazilian Times

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