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Publicado em 9/07/2018 as 5:00pm

Foragido da Justiça por lesar aposentados brasileiros refaz vida nos EUA

Segundo informações, Renato de Matteo possuem casas em várias estados norte-americanos, inclusive Massachusetts.

Foragido da Justiça por lesar aposentados brasileiros refaz vida nos EUA Renato De Matteo Reginatto é foragido da justiça brasileira.

Depois de uma intensa investigação particular, foi divulgado que Renato de Matteo Reginatto, 37 anos, estaria refazendo a vida nos Estados Unidos. Ele é apontado pela Polícia Federal na Operação Encilhamento como figura-chave em um esquema de desvio de recursos de fundos de pensão municipais que, pelas estimativas dos investigadores, alcançou R$ 1,3 bilhão.

Matteo é dono da gestora de recursos FMD Asset e chegou a gerir R$ 590 milhões de fundos municipais.

O suspeito teve prisão preventiva decretada em abril e está foragido desde então. Mas alguns documentos divulgados pelo jornal Folha do Pernambuco, mostram que Matteo, enquanto foragido do Brasil por desvio da poupança de milhares de servidores e aposentados, está nos Estados Unidos fazendo aquisições.

Desde dezembro, já comprou um apartamento em New York City (NY) por US$ 6,5 milhões, uma casa em Miami (FL) por US$ 3,5 milhões e também arrematou um barco, de 64 pés, pagando US$ 1,1 milhão.

Ele possui ainda dois imóveis em Boston que, juntos, somam US$ 2,3 milhões.

De acordo com a investigação particular, as únicas transferências de dólares informadas por Matteo à Receita Federal no Brasil até 2017 são de US$ 2,5 milhões (R$ 9,8 milhões), enquanto os investimentos identificados alcançam US$ 13,6 milhões (R$ 53,4 milhões).

O dinheiro usado por Matteo vem de quatro offshores (contas mantidas fora do país), identificadas no relatório da PF referente à Operação Encilhamento.

Natural de Rio Claro (SP), Matteo também mantém empresas de consultoria e assessoria financeira nos Estados Unidos, onde busca legalizar a permanência.

Pelas informações obtidas na investigação, Matteo está nos Estados Unidos desde 2016, quando, após delações na Operação Lava Jato, a PF passou a investigar desvios de recursos em fundos de pensão. No currículo que entregou para o processo no Departamento de Imigração americano, ele informa ainda que tem cidadania italiana e que, em 2017, viajou três vezes para a China, onde assinou memorando de entendimentos para negócios com uma companhia local.

Fonte: Redação - Brazilian Times

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