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Publicado em 8/10/2018 as 4:00pm

Brasileira detida nos EUA por duas semanas ganha liberdade

A artista plástica de 25 anos foi barrada no aeroporto de Atlanta, Geórgia, sem nenhuma explicação. Todos os documentos dela estavam em dia.

Uma artista plástica brasileira de 25 anos de idade viveu momentos de terror e sofrimento durante suas “férias” nos Estados Unidos. Ela foi detida por agentes do Departamento de Imigração e Fiscalização Alfandegária (ICE, sigla em inglês) durante uma escala no aeroporto de Atlanta (Geórgia) para New York.

De acordo com informações, Yohanna de Oliveira tinha em seus planos visitar museus e se hospedar na casa de amigos. “Eu estava com a passagem de volta comprada e todos os meus documentos estavam em ordem e o Visto tinha validade até 2025”, disse ela, alegando que foi detida, sem explicação.

Ela já visitou os EUA em três ocasiões, sendo que a primeira foi há três anos quando esteve no Hawaii para realizar um trabalho voluntário. Este foi um dos motivos alegados pelos funcionários do ICE para detê-la.

Yohanna foi levada para uma conversa, em uma sala reservada, e acabou passando por um interrogatório que durou sete horas. Confirma relatos da brasileira, os funcionários alegaram várias vezes que ela queria trabalhar ilegalmente no país. “Mas isso é mentira, pois eu tenho minha vida no Brasil, onde trabalho e vivo com minha família”, explica.

Em dado momento, exausta, a brasileira entrou em pânico interpretaram isso como “medo dela voltar ao Brasil”, conforme afirma a artista. “Eles mandaram eu assinar papéis de deportação e eu me recusei. Mas os agentes disseram que eu não tinha querer e que eu não estava em nenhum departamento de consumidor e que não tinha querer”, continua.

Yohanna foi algemada nas mãos, pés e correntes em torno da cintura. Em seguida foi levada para a prisão onde dividiu espaço com outras 100 mulheres.

Depois de duas semanas, o alívio chegou junto com a liberdade. Ela passou 15 dias em na cela e agora está no Brasil lamentando o ocorrido mas festejando poder já estar ao lado dos familiares.

Fonte: Redação - Brazilian Times