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Canadense perde emprego e é obrigada a deixar os Estados Unidos após debochar da morte de Charlie Kirk nas redes sociais

ntre os conteúdos divulgados também estavam fotografias de pessoas pisando na bandeira dos Estados Unidos, o que provocou críticas e ampliou a repercussão do caso.

Publicado em 10/31/26
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Canadense perde emprego e é obrigada a deixar os Estados Unidos após debochar da morte de Charlie Kirk nas redes sociais

Da redação

Uma cidadã canadense identificada como Sabrina Messa, que vivia em Los Angeles, na Califórnia, com visto americano, afirmou ter perdido o emprego e recebido uma ordem para deixar os Estados Unidos após a repercussão de publicações consideradas ofensivas nas redes sociais.

A polêmica começou depois que Sabrina compartilhou mensagens debochando do assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. Entre os conteúdos divulgados também estavam fotografias de pessoas pisando na bandeira dos Estados Unidos, o que provocou críticas e ampliou a repercussão do caso.

Após a controvérsia, a canadense declarou que havia sido demitida por justa causa. Ela também informou ter recebido uma ordem de remoção do território americano e afirmou que não pretendia contestar a medida.

Posteriormente, Sabrina comunicou que havia retornado ao Canadá, encerrando sua permanência nos Estados Unidos. Não foram apresentados detalhes sobre a categoria de seu visto, a fundamentação da medida migratória ou a existência de um processo formal de deportação.

Diante da repercussão, Sabrina também se desculpou publicamente pelas mensagens compartilhadas. Ela reconheceu que suas manifestações foram insensíveis e desrespeitosas com a família de Charlie Kirk.

O episódio ganhou destaque por envolver as consequências profissionais e migratórias relatadas por uma estrangeira após manifestações nas redes sociais. Entretanto, as informações disponíveis não permitem estabelecer se a ordem de remoção teve como fundamento direto as publicações ou outras questões relacionadas à sua situação imigratória nos Estados Unidos.

Fonte: Brazilian Times

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