Da Redação
Mais de 1.300 pessoas foram presas por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) durante uma ampla operação realizada nas últimas duas semanas na Virgínia e em Maryland.
O número foi divulgado pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS), que classificou a ação como “uma das mais bem-sucedidas da história das agências de segurança”.
A quantidade de detenções em um período de apenas duas semanas evidencia a dimensão da operação realizada pelos agentes federais nos dois estados. As prisões fazem parte da intensificação das ações de fiscalização migratória promovidas pelo governo federal.
Virginia e Maryland possuem importantes comunidades de imigrantes e fazem parte da região metropolitana de Washington, D.C., o que amplia a repercussão das operações entre famílias estrangeiras que vivem na região.
Até o momento, as informações divulgadas não detalham quantos dos mais de 1.300 detidos possuíam condenações criminais, quantos tinham ordens anteriores de deportação ou quantos foram presos exclusivamente por questões relacionadas à situação migratória.
Também não foi informado, nos dados apresentados, se brasileiros estão entre as pessoas detidas.
A operação ocorre em meio à ampliação das ações do ICE em diferentes regiões dos Estados Unidos. O governo vem defendendo uma estratégia de fiscalização mais rigorosa e aumentando a presença de agentes em operações destinadas à localização e prisão de imigrantes sujeitos à deportação.
Para o DHS, o resultado obtido na Virgínia e em Maryland representa um dos maiores êxitos recentes das autoridades responsáveis pela segurança e fiscalização migratória.
Com mais de 1.300 prisões em apenas duas semanas, a ofensiva se destaca pela dimensão e reforça a expansão das operações de imigração para além das áreas próximas à fronteira, alcançando comunidades no interior dos Estados Unidos.





