Publicado em 17/07/2011 as 12:00am

Americana inocentada da morte da filha de 2 anos deixa prisão

A americana Casey Anthony, inocentada no último dia 7 da acusação de ter assassinado sua filha de 2 anos, Caylee, deixou a prisão no início da madrugada deste domingo.

A americana Casey Anthony, inocentada no dia 7, da acusação de ter assassinado sua filha de 2 anos, Caylee, deixou a prisão no início da madrugada deste domingo.

A americana Casey Anthony, inocentada no dia 7, da acusação de ter assassinado sua filha de 2 anos, Caylee, deixou a prisão no início da madrugada deste domingo.

No início do mês, um júri do Estado americano da Flórida declarou Anthony inocente das acusações de homicídio em primeiro grau, homicídio agravado e abuso infantil, mas a condenou a quatrio anos de prisãopor dar falsas informações aos detetives que investigaram o caso.

Como ela já havia passado quase três anos presa antes do julgamento e teve um bom comportamento, a Justiça decidiu que ela poderia ser libertada já neste fim de semana.

Se tivesse sido condenada por assassinato em primeiro grau, Anthony poderia ser sentenciada à pena de morte.

Do lado de fora da cadeia, um grupo de pessoas esperavam sua libertação com cartazes pedindo justiça.

O CASO

Caylee foi vista pela última vez em 16 de junho de 2008, mas seu desaparecimento só foi relatado em 15 de julho do mesmo ano, quando a mãe de Casey, Cindy Anthony, pressionou a filha e exigiu saber onde estava sua neta.

A promotoria alegava que Anthony usou clorofórmio para deixar a filha inconsciente e então a sufocou até a morte ao colocar fita adesiva sobre sua boca e o nariz. A promotoria alega ainda que ela teria colocado o corpo no bagageiro de seu carro, onde teria ficado por vários dias. Já em decomposição, o corpo foi jogado em um bosque perto de sua casa, em Orlando.

Segundo a acusação, ela estaria cansada de ter de cuidar da menina, que teria atrapalhado sua vida amorosa.

Quando foi à polícia pela primeira vez, Casey afirmou inicialmente que Caylee havia sido sequestrada por uma babá. Seus pais chegaram a contratar investigadores particulares para procurar a neta.

Em dezembro de 2008, contudo, os restos mortais da menina foram encontrados no bosque, após um funcionário de uma empresa de checagem de medidores de energia ter relatado algo suspeito no local.

Suspeita da morte, Casey mudou sua versão e disse que a filha morreu afogada acidentalmente na piscina de casa em 16 de julho e que não reportou a morte por medo.

A defesa alega que, em pânico, ela escondeu o corpo de Caylee com a ajuda do pai, George Anthony. Ele nega a acusação.

A promotoria alega que ele teria pregado cartazes com a foto da neta supostamente desaparecida com a mesma fita adesiva usada para sufocá-la.

A rede de TV CNN exibiu ao vivo os minutos anteriores e a leitura do veredicto do júri pelo juiz Belvin Perry, alcançado após mais de dez horas de debate.

O caso foi tema de discussões em talk shows, canais de notícias e lidera listas de notícias mais lidas em vários sites americanos.

por dar falsas informações aos detetives que investigaram o caso.

Como ela já havia passado quase três anos presa antes do julgamento e teve um bom comportamento, a Justiça decidiu que ela poderia ser libertada já neste fim de semana.

Se tivesse sido condenada por assassinato em primeiro grau, Anthony poderia ser sentenciada à pena de morte.

Do lado de fora da cadeia, um grupo de pessoas esperavam sua libertação com cartazes pedindo justiça.

O CASO

Caylee foi vista pela última vez em 16 de junho de 2008, mas seu desaparecimento só foi relatado em 15 de julho do mesmo ano, quando a mãe de Casey, Cindy Anthony, pressionou a filha e exigiu saber onde estava sua neta.

A promotoria alegava que Anthony usou clorofórmio para deixar a filha inconsciente e então a sufocou até a morte ao colocar fita adesiva sobre sua boca e o nariz. A promotoria alega ainda que ela teria colocado o corpo no bagageiro de seu carro, onde teria ficado por vários dias. Já em decomposição, o corpo foi jogado em um bosque perto de sua casa, em Orlando.

Segundo a acusação, ela estaria cansada de ter de cuidar da menina, que teria atrapalhado sua vida amorosa.

Quando foi à polícia pela primeira vez, Casey afirmou inicialmente que Caylee havia sido sequestrada por uma babá. Seus pais chegaram a contratar investigadores particulares para procurar a neta.

Em dezembro de 2008, contudo, os restos mortais da menina foram encontrados no bosque, após um funcionário de uma empresa de checagem de medidores de energia ter relatado algo suspeito no local.

Suspeita da morte, Casey mudou sua versão e disse que a filha morreu afogada acidentalmente na piscina de casa em 16 de julho e que não reportou a morte por medo.

A defesa alega que, em pânico, ela escondeu o corpo de Caylee com a ajuda do pai, George Anthony. Ele nega a acusação.

A promotoria alega que ele teria pregado cartazes com a foto da neta supostamente desaparecida com a mesma fita adesiva usada para sufocá-la.

A rede de TV CNN exibiu ao vivo os minutos anteriores e a leitura do veredicto do júri pelo juiz Belvin Perry, alcançado após mais de dez horas de debate.

O caso foi tema de discussões em talk shows, canais de notícias e lidera listas de notícias mais lidas em vários sites americanos.

Fonte: UOL.COM.BR