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Publicado em 28/06/2012 as 12:00am

Médicos mexicanos tiram tumor de 15 quilos de menino de dois anos

Uma equipe de médicos mexicanos conseguiu extirpar um gigantesco tumor de um menino de dois anos em uma bem sucedida operação realizada em um hospital público, informou na última quarta-feira (27) à AFP o cirurgião Jaime Zaldívar, chefe do grupo que execu

Uma equipe de médicos mexicanos conseguiu extirpar um gigantesco tumor de um menino de dois anos em uma bem sucedida operação realizada em um hospital público, informou na última quarta-feira (27) à AFP o cirurgião Jaime Zaldívar, chefe do grupo que executou a intervenção.

O tumor pesava mais do que o paciente, segundo o médico. "O menino chegou ao hospital pesando 27 quilos, dos quais mais da metade correspondia a uma má-formação grave, muito complexa, correspondente a um tumor que tinha se espalhado para parte do tórax e do abdômen", disse.

O menino, identificado pelo centro médico como Jesús Gabriel e originário do estado de Durango (norte), foi submetido a uma cirurgia de dez horas no dia 14 de junho e agora se recupera satisfatoriamente no hospital La Raza, do Instituto Mexicano de Previdência Social.

Além do cirurgião principal, participaram do procedimento outros oito médicos, inclusive especialistas em oncologia, reconstrução, pediatria e anestesista.

"Voltou a andar, embora tenha dificuldade porque estava desacostumado", disse Zaldívar, que disse que as possibilidades de que o menor tenha uma vida normal e prolongada são muito altas.

A mãe do menino disse que a criança nasceu com a má-formação, que foi detectada durante a gravidez e que em algum momento chegou a pensar que era impossível salvar a vida do seu filho, em vista do tamanho do tumor.

"Agora está brincando, estamos felizes e muito agradecidos", acrescentou a mulher. O menino está em observação, mas Zaldívar calcula que em poucas semanas estará de volta à casa.

"Ainda não recuperou o equilíbrio, mas podemos dizer que agora é um menino que levará uma vida normal", acrescentou o médico.

O doutor Zaldívar explicou que o tumor não era canceroso, mas que devido a seu comportamento expansivo estava invadindo o corpo do menino e podia comprometer órgãos vitais.

Fonte: uol.com.br

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