Publicado em 3/07/2014 as 12:00am

EUA é o décimo melhor país para se viver como imigrante

Em um estudo sobre quais os melhores países para se viver como um imigrante, os Estados Unidos ficaram em 10º lugar. A Suécia é o país que, de maneira geral, reúne as melhores condições para ser imigrante. Mesmo assim, nada é um mar de rosas.

Em um estudo sobre quais os melhores países para se viver como um imigrante, os Estados Unidos ficaram em 10º lugar. A Suécia é o país que, de maneira geral, reúne as melhores condições para ser imigrante. Mesmo assim, nada é um mar de rosas. Quando analisadas as políticas contra a discriminação, o país fica em terceiro colocado, de acordo com o índice MIPEX, produzido em parceira entre o British Council e a organização europeia para políticas de imigração Migration Policy Group.

O estudo avaliou países europeus, o Canadá e os Estados Unidos. Recentemente, a pesquisa também incluiu Japão (que ficou em 29º lugar do ranking) e a Austrália (que figurou em quinto lugar). Nenhum país da América Latina aparece no ranking.

O estudo aplicou uma nota de até 100 para sete áreas principais: mobilidade no mercado de trabalho, possibilidade de reunir a família no país, educação, participação do imigrante na política, residência de longo prazo, acesso à nacionalidade e políticas contra discriminação. Quanto maior a nota geral, melhor colocado ficou o país. Nenhuma nação alcançou a nota máxima na contagem geral.

1 – Suécia: 83 pontos. Mobilidade no mercado de trabalho, 100; Possibilidade de reunir a família, 84; Residência de longo prazo, 78; Políticas contra discriminação, 88; Participação política, 75; Acesso à nacionalidade, 79; Educação, 77.

2 – Portugal – 79 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 94; Possibilidade de reunir a família, 91; Residência de longo prazo, 69; Políticas contra discriminação, 84; Participação política, 70; Acesso à nacionalidade, 82; Educação, 63.

3 – Canadá – 72 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 81; Possibilidade de reunir a família, 89; Residência de longo prazo, 63; Políticas contra discriminação, 89; Participação política, 38; Acesso à nacionalidade, 74; Educação, 71.

4 – Finlândia – 69 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 71; Possibilidade de reunir a família, 70; Residência de longo prazo, 58; Políticas contra discriminação, 78; Participação política, 87; Acesso à nacionalidade, 57; Educação, 63.

5º) Austrália – 68 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 58; Possibilidade de reunir a família, 81; Residência de longo prazo, 61; Políticas contra discriminação, 69; Participação política, 59; Acesso à nacionalidade, 77; Educação, 72.

6º) Holanda – 68 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 85; Possibilidade de reunir a família, 58; Residência de longo prazo, 68; Políticas contra discriminação, 68; Participação política, 79; Acesso à nacionalidade, 66; Educação, 51.

7º) Bélgica – 67 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 53; Possibilidade de reunir a família, 68; Residência de longo prazo, 79; Políticas contra discriminação, 79; Participação política, 59; Acesso à nacionalidade, 69; Educação, 66.

8º) Noruega – 66 pontos

 Mobilidade no mercado de trabalho, 73; Possibilidade de reunir a família, 68; Residência de longo prazo, 61; Políticas contra discriminação, 59; Participação política, 94; Acesso à nacionalidade, 41; Educação, 63.

9º) Espanha – 63 pontos

Mobilidade no mercado de trabalho, 84; Possibilidade de reunir a família, 85; Residência de longo prazo, 78; Políticas contra discriminação, 49; Participação política, 56; Acesso à nacionalidade, 39; Educação, 48.

10º) Estados Unidos – 62 pontos

 Mobilidade no mercado de trabalho, 68; Possibilidade de reunir a família, 67; Residência de longo prazo, 50; Políticas contra discriminação, 89; Participação política, 45; Acesso à nacionalidade, 61; Educação, 55.

Fonte: Brazilian Times