Publicado em 1/02/2017 as 3:00pm

Imigrante é acusado de quebrar 25 ossos da filha, no Texas

Imigrante é acusado de quebrar 25 ossos da filha, no Texas

Um imigrante que mora no Texas foi acusado de abusar de seu bebê e levado sob custódia depois que um mandado foi emitido pedindo a sua prisão. Os médicos disseram que Joel Ortiz Rodriguez, de 20 anos, havia quebrado 25 ossos do corpo de sua filha.

A polícia de Austin (TX) prendeu o acusado na manhã de quarta-feira, dia 25, e o levou para a prisão do Condado de Travis, onde está sendo mantido sob uma fiança de US$20.000. Rodriguez já havia admitido "puxar os braços da filha", quando ele estava chateado e a abraçou com tanta força que ouviu seus "ossos saltarem", de acordo com a polícia de Austin.

As autoridades começaram a investigar quando a bebê foi hospitalizada, em outubro. A menina de apenas dois meses de idade tinha hematomas e ossos da sua pélvis, costelas e pulso estavam quebrados. Testes mostram que as enzimas do bebê estavam elevadas, "associada a trauma nos órgãos internos", de acordo com a declaração de mandado. Os médicos disseram à polícia que a bebê havia sofrido "25 rupturas diferentes" em todo o corpo, incluindo nas costelas, braços e nas pernas.

O Department of Family and Protective Services logo retirou a criança da casa e ela agora permanece sob a guarda do Estado, enquanto a investigação está em andamento. Quando a polícia questionou Rodriguez em outubro, ele disse que às vezes se sentia "frustrado" ao cuidar do bebê e tinha ficado muito agressivo com ela.

Ele falou, ainda, à polícia que achava que a bebê estava perdendo peso e tentou forçá-la a comer, empurrando a mamadeira em sua boca. "Eu só precisava controlar minhas emoções naquele momento", disse Rodriguez. "Eu não achei acho que minha atitude iria quebrar os ossos dela". Rodriguez acrescentou que "ele e a mãe deveriam ter sido mais cuidadosos e ter percebido as feridas.

Deveríamos ter presando mais atenção quando ela estava chorando e não estava comendo. Deveríamos ter notado que havia algo errado".

Fonte: Brazilian Times