Publicado em 13/12/2017 as 10:00am

Trump afirma que “cidades santuários devem proteger americanos e não imigrantes criminosos”

Uma semana depois que um tribunal absolveu um imigrante mexicano acusado de matar uma jovem...

Trump afirma que “cidades santuários devem proteger americanos e não imigrantes criminosos” Trump critica cidades santuários.

Uma semana depois que um tribunal absolveu um imigrante mexicano acusado de matar uma jovem estadunidense, o presidente Donald Trump disse que as cidades deveriam ser "santuários" para os norte-americanos e não para imigrantes criminosos.

Em 1º de julho de 2015, Kathryn Steinle, de 32 anos, enquanto caminhava com seu pai e um amigo foi baleada por Jose Inez Garcia Zarate, em San Francisco(Califórnia).

O tiro ricocheteou em um deck de concreto em um cais e atingiu vítima nas costas. Steinle morreu duas horas depois de chegar ao hospital devido aos ferimentos.

O tiroteio provocou controvérsia e aqueceu debate político sobre o status de San Francisco como uma cidade santuário, já que Zarate é um cidadão mexicano que reside ilegalmente nos EUA.

Trump destacou o caso como um exemplo do fracasso das "cidades santuários", onde as autoridades locais não trabalharam com as agências federais para impor leis de imigração.

Afirmando que nenhum americano deve ser separado de seus entes queridos por crimes cometidos por aqueles que estão ilegalmente no país, Trump disse que as cidades devem ser santuários para os americanos - não para os imigrantes criminosos. “Na semana passada, em um ato de injustiça, o assassino de Kate foi absolvido por todas as acusações mais graves, disse ele.

Trump ressaltou que todos os senadores e deputados terão que fazer uma escolha: querem proteger os cidadãos americanos ou querem proteger os "imigrantes criminosos". Em seu discurso, o presidente disse que a morte de Steinle é uma tragédia que poderia ter sido totalmente evitável.

"Ela foi baleada por um imigrante indocumentado e um criminoso condenado que já havia sido deportado cinco vezes, mas ele estava livre para prejudicar um cidadão americano inocente porque nossos líderes se recusaram a proteger nossas fronteiras e porque São Francisco é uma cidade santuário", finalizou.

Fonte: Redação - Brazilian Times