Publicado em 13/10/2014 as 12:00am

Mãe de americano morto fala contra a imigração

Maureen Maloney, a mãe de Matt Denice, um jovem da cidade de Milford que foi morto atropelado por um imigrante indocumentado, falou contra a imigração ilegal durante um comício do "Tea Party", em Iowa.

Maureen Maloney, a mãe de Matt Denice, um jovem da cidade de Milford que foi morto atropelado por um imigrante indocumentado, falou contra a imigração ilegal durante um comício do “Tea Party”, em Iowa. Ela falou contra os imigrantes na tarde deste domingo (12). “Eu estou lutando para que as leis atuais sejam cumpridas e que a segurança em nossas fronteiras sejam reforçadas e previnam a onda de imigrantes no país”, disse.

Maloney faz parte do“Remembrance Project”, um grupo formado por americanos que perderam entes queridos que foram mortos por imigrantes indocumentados. Ela falou sobre a morte do seu filho, que tinha apenas 23 anos de idade e também criticou as questões políticas que protegem a imigração ilegal no país.

Matt Denice estava em uma motocicleta quando foi atingido por uma caminhonete. Isso aconteceu em 2011 e o rapaz foi arrastado por cerca de um quarto de milha debaixo do veículo.

O motorista da camionete era Nicolas Guaman, 37 anos, foi condenado por homicídio a 14 anos de prisão. Ele é natural do Equador e vivia ilegalmente nos Estados Unidos.

Durante o seu discurso, Maloney disse que não tem nenhuma afiliação política e o que ela pretende é defender o que ela chama de "questão de segurança pública". A mãe, ainda revoltada com a morte do filho, disse que ela luta contra os políticos que sabem do problema mas não fazem nada. “São documentação fraudulenta, uso de nomes falsos em carteiras de motorista e outras irregularidades, o que torna extremamente difícil para a polícia prender criminosos reincidentes que vivem ilegalmente em nosso país”, disse ela.

Ela também criticou o fato de Massachusetts permitir o registro de veículos sem que a pessoa tenha uma carteira de motorista válida. “Elas conseguem liberar um automóvel apresentando apenas contas de água e luz”, se revoltou. “Minha luta é para que as exigências se tornem mais duras”, continua.

Maloney entrou no “Remembrance Project” há cerca de um ano e o grupo, popular no sul dos EUA, ainda é novo na região norte. Ela é presidente do capítulo em Massachusetts e pretende permanecer ativa a nível nacional. "O Projeto foi criado para lembrar os mortos e manter a memória deles viva”, concluiu.

Fonte: Da Redação