As autoridades policiais continuam investigando o paradeiro de Karoline, cuja custódia pertencia ao estado de Massachusetts desde a prisão da mãe. A menor havia desaparecido sem deixar rastros, e a carona relatada por Angélica pode ser uma peça-chave para desvendar a trama que envolve possíveis violações legais e riscos à segurança da jovem.
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Carona pode revelar pistas sobre desaparecimento de menor brasileira que estava sob custódia do estado em Massachusetts
O desaparecimento da adolescente Karoline Ferreira de Moura, de 13 anos, pode ter dado um novo rumo nesta semana após o relato de uma brasileira da Filadélfia que afirma ter dado carona para a jovem entre Massachusetts e Nova Jersey. Karoline estava sob custódia do estado de Massachusetts desde a prisão de sua mãe pelo ICE, em Worcester — um dos episódios mais emblemáticos da atuação da agência federal na região.
Após a publicação feita pela Manchete USA na terça-feira, 29 de julho, uma internauta identificada como Angélica Almeida entrou em contato com a redação, revelando ter transportado a adolescente no domingo, 27, exatamente uma semana após a última vez em que ela havia sido vista, segundo a polícia de Worcester.
De acordo com ela, a carona foi solicitada por um homem identificado como Kaycky Brenno, que teria publicado em um grupo de Facebook um pedido de transporte para a “irmã” de Worcester até a Pensilvânia. Posteriormente, o destino foi alterado para Maple Shade, em Nova Jersey.
A brasileira conta que aceitou fazer o trajeto por US$ 200 e pegou Karoline no número 111 da Fairfield Street, em Worcester. O destino final foi o número 2 da Wilson Drive, em Maple Shade, NJ. Angélica afirma que Brenno não pagou pela corrida.
A reportagem da Manchete USA entrou em contato com Kaycky Brenno pelo mesmo número utilizado para combinar a carona. Inicialmente, ele negou conhecer Karoline. Poucos minutos depois, por meio de mensagens no WhatsApp, afirmou que a menina estaria no endereço 33 da Vernom Street, também em Worcester.
Apesar de afirmar que não possui perfil no Facebook, Brenno está vinculado a uma conta com o nome “Wesley Alemão”, que aparece ativa em grupos como “Amigos Philadelphia” e “Brasileiros em New Jersey”. Questionado novamente, ele negou estar com a adolescente e escreveu: “Não tô com a menina”.
Durante a conversa com a reportagem, Brenno demonstrou desconforto com as perguntas e chegou a questionar “onde a reportagem queria chegar”, ameaçando bloquear o número da redação no WhatsApp.
As autoridades policiais continuam investigando o paradeiro de Karoline, cuja custódia pertencia ao estado de Massachusetts desde a prisão da mãe. A menor havia desaparecido sem deixar rastros, e a carona relatada por Angélica pode ser uma peça-chave para desvendar a trama que envolve possíveis violações legais e riscos à segurança da jovem.
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