“Há um cansaço que não aparece nos exames. Uma exaustão que mora no corpo, mas que diz sobre a história, não só da sua, mas de tantas outras mulheres antes de você.”
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A escuta do que foi silenciado: Carina Tarcitano oferece atendimento psicanalítico para mulheres
“Há um cansaço que não aparece nos exames. Uma exaustão que mora no corpo, mas que diz sobre a história, não só da sua, mas de tantas outras mulheres antes de você.”
É com essas palavras que a psicanalista Carina Tarcitano apresenta seu trabalho clínico voltado exclusivamente ao atendimento de mulheres.
“Atendo mulheres que chegam com feridas que, aos poucos, vão sendo nomeadas com palavras que nunca ousaram dizer. Ou, então, mulheres que estão presas à expectativas que nunca escolheram, cansadas de tentarem caber em papéis que lhes foram dados”, explicou a profissional.
Com formação em Psicologia pela PUC-RS e especialização em Psicanálise e Análise do Contemporâneo pela mesma instituição, Carina desenvolveu uma pesquisa sobre o impacto do patriarcado no imaginário coletivo, abordando a maternidade enquanto condição de existência da mulher. Ao longo da pesquisa, ela percorreu figuras míticas para refletir sobre a construção simbólica do “ser mulher” e os impactos na subjetividade da mulher na atualidade.
“Minha escuta não é por exclusão, mas por implicação”, afirma. “Nas mulheres se inscrevem, de forma velada, os mandatos do cuidado, da doçura, da renúncia e da maternidade como destino. E também é sobre elas que recai a culpa – por desejar demais ou de menos, por não ser boa o suficiente, por não atingir o ideal materno ou por não querer ser mãe. Por simplesmente ser”, referiu.
Seu atendimento clínico, feito de forma on-line, é um convite à mulher que deseja reescrever a sua história: “A psicanálise que pratico não procura encaixar ninguém. Ela oferece um espaço onde a fala pode tropeçar, onde a dor pode ganhar forma e onde o desejo pode, enfim, ter voz”.
Segundo ela, as mulheres vivem com a carga de muitas opiniões e imposições do que elas devem ou não devem ser: “A cada passo, um julgamento e, consequentemente, a culpa”. Por isso, o espaço clínico oferecido por Carina é um lugar onde a mulher pode, enfim, dizer por ela mesma o que diz respeito somente a ela, “onde ela pode não somente ser ouvida de forma sensível e acolhedora, mas, também, se escutar e, sobretudo, olhar para o que foi herdado e, talvez, escolher o que pode ser deixado”.
“Se você sente que está na hora de reescrever a sua história, estou aqui”, concluiu.
Atendimento on-line para mulheres
Site: psicarinatarcitano.com
E-mail: psi.carinatarcitano@gmail.com
Contato: 55+ (51) 98628-4881
CRP 07/40167
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