Imagem extraída do site da CBF
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A seleção em busca de um camisa 9
Procura-se: um camisa 9 completo. Artilheiro nato, assistente criativo, móvel, versátil e com faro de gol. João Pedro se candidata. A seleção brasileira segue em busca do seu camisa 9 ideal para a Copa do Mundo de 2026. A vaga exige mais do que gols: é preciso saber sair da área, tabelar, trocar de posição com os pontas e ser referência sem ser estático. João Pedro, atacante do Chelsea, surge como forte candidato. Aos 23 anos, ele vive grande fase e deve ser titular nas últimas rodadas das Eliminatórias.
O último jogo do Brasil nas Eliminatórias será contra a Bolívia, no dia 9, terça-feira, em El Alto, no território boliviano. A equipe brasileira já tem vaga assegurada no Mundial do ano que vem, a ser organizado por Canadá, Estados Unidos e México. O técnico da seleção canarinho, o italiano Carlo Ancelotti, vê as Eliminatórias como uma oportunidade para resolver a polêmica questão do centroavante da equipe nacional.
O atacante João Pedro chega confiante após ter sido decisivo na conquista do Mundial de Clubes pelo Chelsea este ano e ter iniciado a temporada da Premier League como titular e goleador. Ele reconhece que sua visibilidade aumentou com a transferência do Brighton para o clube londrino, mas mantém os pés no chão.
“Sou o mesmo de sempre, um garoto com sonhos. Hoje sou mais visto na Europa, mas sigo trabalhando firme. Sei que estou sendo observado e quero corresponder.”
João Pedro também valoriza o apoio da família, especialmente da mãe, que o incentivou nos momentos difíceis da base. “Teve um momento que pensei em parar. Minha mãe foi uma guerreira. Hoje, me vendo na TV, ela sente muito orgulho. Quando visto a camisa da Seleção, estou representando ela e o país”, afirmou emocionado.
Com cinco gols e duas assistências na temporada, João Pedro entra em uma lista extensa de centroavantes testados por Ancelotti, Diniz, Dorival e Ramon Menezes. Além dele, nomes como Kaio Jorge, Richarlison, Endrick, Pedro e Gabriel Jesus já foram convocados.
Versátil, João Pedro se define como um “9 moderno”, capaz de atuar também como camisa 10.
“Não fico preso na área, gosto de ter liberdade. Ajudo a criar jogadas e finalizar. Na Europa, o 9 fixo ficou para trás. O futebol evoluiu. Se Ancelotti me convocou, é porque está gostando do que tenho feito lá fora”, concluiu. A resposta à proposta de emprego será dada em campo — e a última partida das Eliminatórias podem ser o palco da afirmação definitiva.
BRASIL ESTÁ NA SEMIFINAL DO MUNDIAL DE VÔLEI
A seleção brasileira feminina de vôlei garantiu vaga nas semifinais do Campeonato Mundial 2025 ao vencer a França por 3 sets a 0 nesta quinta-feira, dia 4, em Bangkok, na Tailândia. Apesar do placar direto, a partida foi marcada por muita tensão nos dois primeiros sets, com parciais de 27/25 e 33/31, antes de um terceiro set mais tranquilo, vencido por 25/19. Com o resultado, o Brasil chega à semifinal pela quinta vez nas últimas seis edições do torneio e enfrentará a Itália, atual campeã olímpica, da Liga das Nações e líder do ranking mundial, neste sábado, às 9h30 (de Brasília).
A equipe comandada por José Roberto Guimarães entrou em quadra com Roberta, Rosamaria, Gabi, Júlia Bergmann, Diana, Júlia Kudiess e Marcelle como titulares. Ao longo do jogo, Macris, Kisy e Helena também participaram. A distribuição ofensiva de Roberta foi um dos destaques da partida, permitindo que Bergmann liderasse a pontuação com 17 pontos, seguida por Gabi (13), Rosamaria (12), Diana e Kudiess (10 cada), com destaque para os oito bloqueios combinados das centrais.
Mesmo com a vitória em sets diretos, o Brasil precisou mostrar resiliência. A França, sensação do torneio após eliminar a China, deu trabalho nas duas primeiras parciais e teve em Héléna Cazaute sua principal arma ofensiva, com 20 pontos. A oposta Iman Ndiaye também brilhou com 15 acertos. O Brasil, no entanto, foi superior nos momentos decisivos, salvando set points e impondo seu ritmo nos fundamentos: 54 a 50 em ataques, 8 a 6 em bloqueios e igualdade nos aces (2 a 2).
Julia Bergmann, que errou bolas importantes no primeiro set, cresceu na partida e foi decisiva a partir da segunda parcial. Gabi teve altos e baixos, sendo bloqueada duas vezes no fim do segundo set, mas manteve a consistência. Rosamaria teve excelente aproveitamento no ataque, enquanto Diana e Kudiess se destacaram no saque e no bloqueio, consolidando a força coletiva da equipe brasileira.
Bergmann afirmou que a seleção brasileira fez por merecer o triunfo:
“Nós lutamos muito por cada ponto e não paramos nem quando o placar estava 31 a 30. Sinto que o nosso time melhorou muito desde o começo da Liga das Nações e é ótimo ver onde chegamos e onde ainda podemos chegar. Estamos animadas para enfrentar a Itália na semifinal. Será duro, mas estamos preparadas. Mas temos que reconhecer o ótimo trabalho da França também. Elas se tornaram um time tão forte em muito pouco tempo.
A semifinal contra a Itália promete ser um dos grandes duelos do torneio. As italianas não perdem há 34 jogos e vêm de vitória sobre a Polônia nas quartas. No entanto, o Brasil tem motivos para acreditar: foi a última equipe a derrotar a Itália, em junho do ano passado, na fase classificatória da Liga das Nações.

ARENA CORINTHIANS RECEBE DUELO ENTRE CHARGERS E CHIEFS PELA NFL
A cidade de São Paulo será palco, nesta sexta-feira, dia 5, de um dos duelos mais aguardados da primeira semana da temporada 2025–2026 da NFL. Kansas City Chiefs e Los Angeles Chargers se enfrentam às 21h, na Arena Corinthians, em Itaquera, pela segunda edição do São Paulo Game. O evento marca o segundo jogo oficial da liga no Brasil, após o sucesso da estreia em 2024, quando mais de 47 mil torcedores acompanharam a vitória do Philadelphia Eagles sobre o Green Bay Packers, por 34 a 29.
A expectativa é de que o espetáculo seja ainda maior este ano. Além do confronto entre dois rivais da Divisão Oeste da Conferência Americana, o evento contará com cerimônia de abertura com os hinos nacionais cantados por Ana Castela (Brasil) e Kamasi Washington (Estados Unidos), além de show do intervalo protagonizado pela cantora colombiana Karol G. Segundo a SPTuris, a partida deve movimentar mais de R$ 330 milhões na capital paulista, reforçando o Brasil como um dos principais mercados internacionais da NFL.
Peter O’Reilly, vice-presidente executivo da liga, destacou o comprometimento da NFL com o Brasil e deixou em aberto a possibilidade de mais jogos no país nos próximos anos.
“Estamos focados no jogo de sexta-feira, mas comprometidos com o Brasil a longo prazo. O interesse é enorme e outras equipes já manifestaram vontade de jogar aqui”, afirmou. A semana do São Paulo Game inclui uma série de eventos temáticos na cidade e uma “Watch Party” no Rio de Janeiro, parte de uma iniciativa global com ativações em sete cidades ao redor do mundo.
O duelo entre Chiefs e Chargers carrega uma rivalidade histórica. Ambos pertencem à AFC Oeste, uma das divisões mais equilibradas da liga. Os times se enfrentam duas vezes por temporada e podem se reencontrar nos playoffs. O Chiefs é o maior vencedor da divisão, com 17 títulos, incluindo os últimos nove consecutivos. Já o Chargers soma 15 conquistas, mas não vence a divisão desde 2009. Em Super Bowls, o desequilíbrio é maior: o Chiefs tem quatro títulos, enquanto o Chargers ainda busca sua primeira taça.
Fundado em 1959, o Chargers tem uma trajetória marcada por mudanças de sede. Após um ano em Los Angeles, o time se mudou para San Diego, onde permaneceu até 2016, antes de retornar à cidade de origem. Já o Chiefs, fundado em 1960 como Dallas Texans, se estabeleceu em Kansas City em 1963 e se tornou uma das franquias mais vitoriosas da NFL nos últimos anos, com destaque para o quarterback Patrick Mahomes.
Com mais de 36 milhões de fãs — a segunda maior base internacional da NFL, atrás apenas do México — o Brasil se consolida como um destino estratégico para a liga. A partida entre Chiefs e Chargers promete ser mais do que um jogo: será uma celebração do crescimento do futebol americano no Brasil e um marco para futuras edições do São Paulo Game.

LÁ EM MINAS
AMÉRICA – O clube fez importantes movimentações nas janelas de transferências. O América foi ao mercado e contratou os atacantes Arthur Sousa e Breno Teixeira, além do goleiro Gustavo, o zagueiro Emerson Santos, o lateral-esquerdo Dalbert, o lateral-direito Maguinho, o volante Aloísio, o meio-campista Titi Ortiz e os atacantes Facundo Labandeira, Héber, Rafa Silva e David da Hora. Já as cinco saidas foram de do volante Cauan Barros, que retornou ao Vasco; os goleiros Dalberson, para o Guarani, e Matheus Mendes, para o Alverca, de Portugal, para onde também seguiu o atacante Figueiredo; e o atacante Renato Marques, para o Mirassol.
ATLÉTICO – De volta ao Galo, em substituição ao treinador Cuca, o técnico Jorge Sampaoli desembarcou em Belo Horizonte, no fim da manhã desta quarta-feira, dia 3. Ele agradeceu o carinho da torcida – que o tinha como favorito para o cargo. Alem disso, o novo comandante alvinegro afirmou ter muito entusiasmo e expectativa em fazer o Galo ainda maior.
CRUZEIRO – O atacante Keny Arroyo revelou nesta quando ficará disponível para jogar pelo clube. O equatoriano explicou que “não atuará contra o Atlético por uma questão de documentação, mas deve estar disponível contra o Bahia (na segunda-feira, dia 15, em Salvador).” Arroyo, de 19 anos, atuava pelo Besiktas, da Turquia, onde permaneceu seis meses, e custou mais de R$ 40 milhões ao Cruzeiro.
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