O tiroteio ocorreu durante uma cerimônia religiosa que costuma reunir centenas de pessoas. As chamas foram rapidamente controladas, mas a polícia alerta que ainda pode haver vítimas dentro do prédio, aguardando condições seguras de acesso.
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Ataque a tiros e incêndio em igreja mórmon em Michigan deixa ao menos um morto e nove feridos
Da redação
Um ataque contra a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em Grand Blanc, Michigan, deixou pelo menos uma pessoa morta e outras nove feridas neste domingo (28), segundo autoridades locais. O suspeito, um homem de 40 anos, teria invadido o templo com um veículo durante um culto, aberto fogo contra os fiéis e iniciado um incêndio no local.
O tiroteio ocorreu durante uma cerimônia religiosa que costuma reunir centenas de pessoas. As chamas foram rapidamente controladas, mas a polícia alerta que ainda pode haver vítimas dentro do prédio, aguardando condições seguras de acesso.
De acordo com a polícia, o agressor foi morto a tiros por agentes no local. As vítimas atingidas foram encaminhadas a hospitais da região e estão em condição estável. O nome do suspeito ainda não foi divulgado, mas investigadores já realizam buscas em sua residência e analisam registros de telefone celular para tentar identificar a motivação do ataque.
Mais de 100 agentes do FBI foram mobilizados para apoiar as investigações. Em comunicado, o presidente Donald Trump afirmou que foi informado sobre o ocorrido e confirmou que o FBI liderará a apuração. Em sua rede Truth Social, classificou o episódio como “mais um ataque direcionado a cristãos nos Estados Unidos”.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, também se manifestou em suas redes sociais, descrevendo o ato como “um tiroteio e incêndio horrível”. Ela acrescentou: “Tais violências em um local de culto são de partir o coração e assustadoras. Peço que todos se unam em oração pelas vítimas desta tragédia”.
A governadora de Michigan, Gretchen Whitmer, condenou o ataque: “A violência em qualquer lugar, especialmente em um local de adoração, é inaceitável”, declarou, ressaltando que acompanha de perto a situação.
O caso reacende o debate sobre ataques a locais de culto nos Estados Unidos, onde comunidades religiosas têm sido alvo de episódios recorrentes de violência armada.




