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Revista Brazilian Times # 83
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3 Sinais que seus Funcionários que Trabalham em Casa estão Acomodados com a Segurança Cibernética

A era da internet permitiu a milhões de funcionários de diversas áreas da sociedade uma liberdade invejada por muitos: a possibilidade de trabalhar de casa.

A era da internet permitiu a milhões de funcionários de diversas áreas da sociedade uma liberdade invejada por muitos: a possibilidade de trabalhar de casa. Áreas de trabalho como tecnologia, ensino e até mesmo saúde (como psicólogos e psiquiatras) oferecem aos empregadores a possibilidade de permitir que os funcionários trabalhem no conforto da sua casa, o que é uma realidade boa para ambos os lados.

Isso permite que a empresa corte alguns custos como auxílio transporte e diminua a dor de cabeça com possíveis acidentes do funcionário a caminho do trabalho. Porém, isso traz também alguns outros pontos a se prestar atenção: a segurança cibernética.

Com mais dispositivos conectados à internet e com as pessoas pouco informadas em relação à segurança cibernética, o risco de ataques hackers sobe bastante. Por isso, tem se tornado cada vez mais comum que as empresas empreguem alguns protocolos de segurança para proteger não somente o cliente, mas também os funcionários.

Abaixo algumas pistas de que um funcionário pode estar deixando de fazer o necessário para manter a segurança cibernética em dia.

Resistência ao Uso de Tecnologias de Segurança

Uma das práticas mais usadas por empresas que têm colaboradores em casa é fornecer sistemas de segurança extra aos seus colaboradores, e é isso para que serve VPN. Caso eles apresentem resistência ao seu uso poderão estar a:

  • Colocar em risco a informação partilhada pela equipe de trabalho;
  • Não estar a agir de acordo com os princípios da empresa;
  • Comprometer a segurança da equipe e da empresa.

A utilização de uma VPN, como um Chrome VPN, aumenta muito a segurança na transmissão de dados (enviados e recebidos) na internet, além de permitir o acesso a conteúdos de outros países que possam estar bloqueados por geolocalização, caso necessário.

Práticas Ruins de Segurança em Dispositivos

Más práticas de segurança nos mais variados dispositivos utilizados para o trabalho são extremamente habituais e praticadas até mesmo fora do ambiente profissional. As mais comuns são:

  • Senhas pouco seguras;
  • Utilização de redes Wi-Fi públicas sem a proteção adequada;
  • Não utilização de antivírus;
  • Não permissão da autenticação de dois fatores nos dispositivos.

Esses riscos podem facilmente ser eliminados sem qualquer custo adicional e de forma bastante simples e rápida. Alguns poucos minutos aplicando boas práticas de segurança podem salvar o funcionário de uma dor de cabeça tremenda no futuro.

Essas práticas ruins enfraquecem bastante os protocolos de segurança estabelecidos pelas empresas. Para superar tudo, é necessário que o funcionário esteja de acordo com os protocolos e procedimentos decididos pelo empregador. Mas é sabido que nem sempre isso acontece, e algumas pessoas podem se tornar displicentes com as práticas.

Pexels

Negligência em Protocolos de Proteção de Dados

Nesse caso, a empresa já tem determinados protocolos de segurança de dados estabelecidos, porém o funcionário acaba por negligenciar os mesmos por algum motivo.

Isso acaba acontecendo com bastante frequência nas mais variadas empresas e aumenta as chances de informações serem vazadas ou roubadas. Se certificar de forma regular que o funcionário está de fato praticando os protocolos de proteção de dados estabelecidos pela empresa é importante para manter um padrão de segurança consistente.

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