Os aeroportos internacionais de Orlando e Miami, na Flórida, já utilizam uma tecnologia biométrica avançada que permite a verificação da identidade de passageiros em cerca de três segundos, reduzindo significativamente filas, tempo de espera e o estresse na chegada aos Estados Unidos.
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Aeroportos de Orlando e Miami adotam tecnologia biométrica que agiliza inspeção imigratória
Os aeroportos internacionais de Orlando e Miami, na Flórida, já utilizam uma tecnologia biométrica avançada que permite a verificação da identidade de passageiros em cerca de três segundos, reduzindo significativamente filas, tempo de espera e o estresse na chegada aos Estados Unidos.
A inovação é resultado da implementação do Enhanced Passenger Processing (EPP), um sistema desenvolvido pelo Departamento de Proteção de Fronteiras (CBP) em parceria com a empresa de tecnologia aeroportuária SITA. A solução automatiza a inspeção migratória por meio de reconhecimento facial, comparando a imagem capturada no momento da chegada com os registros oficiais do CBP de forma quase instantânea.
Com o novo modelo, passageiros não precisam apresentar documentos a um agente logo na primeira etapa do processo. A validação biométrica confirma a identidade rapidamente, permitindo que o viajante siga para as próximas fases da imigração com mais fluidez. Segundo autoridades, o sistema mantém altos padrões de segurança ao mesmo tempo em que melhora a experiência do usuário.
A adoção do EPP faz parte de uma estratégia mais ampla de modernização dos controles de fronteira dos Estados Unidos, especialmente em aeroportos com alto fluxo internacional. Orlando e Miami estão entre os principais portões de entrada do país, recebendo milhões de turistas e viajantes todos os anos, incluindo um grande número de brasileiros.
Além de agilizar o atendimento, a tecnologia também reduz a necessidade de contato físico e manuseio de documentos, tornando o processo mais eficiente e organizado. A expectativa é que sistemas semelhantes sejam gradualmente ampliados para outros aeroportos do país, transformando a forma como passageiros são recebidos nos Estados Unidos.




