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Revista Brazilian Times # 83
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Mãe é acusada de abuso infantil após permitir que filha de 5 anos realizasse depilação brasileira no Tennessee

Uma esteticista licenciada do Tennessee enfrenta acusações criminais após levar a filha de apenas cinco anos ao local de trabalho e, segundo as autoridades, permitir que a criança realizasse procedimentos de depilação íntima em clientes adultos. O caso ocorreu em fevereiro de 2024 e está sendo investigado pelo Departamento de Polícia de Memphis.

Uma esteticista licenciada do Tennessee enfrenta acusações criminais após levar a filha de apenas cinco anos ao local de trabalho e, segundo as autoridades, permitir que a criança realizasse procedimentos de depilação íntima em clientes adultos. O caso ocorreu em fevereiro de 2024 e está sendo investigado pelo Departamento de Polícia de Memphis.

De acordo com os autos, Jasmine Moss, proprietária do estúdio Jazzy Body, especializado em serviços de estética e depilação, levou a filha, Khloe, ao trabalho no dia 15 de fevereiro de 2024. Durante o expediente, Moss teria autorizado que a criança participasse da realização de depilações brasileiras em múltiplos clientes — um procedimento considerado invasivo e restrito a profissionais devidamente treinados e licenciados.

A situação veio a público após a própria esteticista publicar fotos do ocorrido nas redes sociais. As imagens chamaram a atenção das autoridades e levaram à abertura de uma investigação pela Internet Crimes Against Children Task Force, uma força-tarefa especializada do Departamento de Polícia de Memphis.

Após a apuração inicial, promotores do condado formalizaram acusações contra Jasmine Moss por uma contagem de abuso infantil e uma contagem de negligência infantil. Segundo a promotoria, permitir que uma criança participe de procedimentos dessa natureza representa risco físico, emocional e psicológico, além de violar leis estaduais de proteção à infância e regulamentações profissionais.

A defesa de Moss contesta as acusações. O advogado da esteticista afirmou que pretende pedir o arquivamento do processo, argumentando que não houve intenção criminosa e que os fatos estariam sendo interpretados de forma exagerada. Até o momento, não há informações sobre clientes que tenham registrado queixas formais ou ações cíveis relacionadas ao caso.

O processo segue em tramitação na Justiça do Tennessee. Caso seja condenada, Moss poderá enfrentar penalidades criminais, além de possíveis sanções administrativas, como a perda da licença profissional. As autoridades ressaltaram que o caso serve de alerta sobre os limites legais e éticos no ambiente de trabalho, especialmente quando envolve menores de idade.

 

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