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Revista Brazilian Times # 85
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Brazilian Community Heritage Foundation incorpora primeira coleção de obras e fortalece projeto de implantação de seu futuro museu

Brazilian Community Heritage Foundation mantém relações de cooperação e aproximação com o Museu de Belas Artes de Boston

A Revolução Francesa ganha releitura artística na série de pinturas de Jevvison

A Brazilian Community Heritage Foundation (BCHF) incorporou oficialmente a primeira coleção de obras de arte destinada à formação de seu acervo permanente, fortalecendo o projeto de implantação do futuro Museu da Brazilian Community Heritage Foundation, iniciativa voltada à preservação da memória, da arte e da herança cultural da comunidade brasileira residente nos Estados Unidos.

 

A entrega da coleção foi realizada por David Luiz Valdez de Faria, Assessor Especial da Presidência da Brazilian Community Heritage Foundation, e pela mecenas Lívia Sodré, à presidente da Fundação, Liliane Paiva, durante um petit comité oferecido por David em homenagem de despedida ao cônsul de Portugal em Minas Gerais, Eurico de Matos.

 

Realizado no Ajê Bistrô, em Belo Horizonte, o encontro reuniu representantes do corpo diplomático, dirigentes de entidades, presidentes de câmaras de comércio europeias, artistas, empresários e formadores de opinião, reafirmando o papel da diplomacia cultural como instrumento de aproximação entre povos por meio da arte, da cultura e do patrimônio.

 

A presença do cônsul Eurico de Matos conferiu especial significado ao encontro. O diplomata figura entre os signatários da Ata de Fundação do projeto internacional “À Mesa das Nações”, idealizado por David Luiz Valdez de Faria, ao lado de autoridades, dirigentes institucionais, artistas e personalidades convidadas. O projeto tem como missão fortalecer a diplomacia cultural por meio da gastronomia, das artes, da história e da valorização do patrimônio.

 

A coleção entregue à Fundação é composta por oito obras produzidas pelo artista Jevvison Gonçalves, inspiradas nos principais acontecimentos da Revolução Francesa. As pinturas foram viabilizadas por meio de uma ação de mecenato promovida por Lívia Sodré e David Luiz Valdez de Faria, reafirmando o compromisso de ambos com a valorização da produção artística contemporânea, a descoberta, o incentivo e a projeção de novos talentos.

 

Embora o Programa de Formação de Acervo Artístico e o projeto de implantação do futuro museu já integrassem o planejamento estratégico da Brazilian Community Heritage Foundation, entre as primeiras iniciativas apresentadas por David Luiz Valdez de Faria após sua posse como Assessor Especial da Presidência destaca-se a implementação das primeiras ações concretas voltadas à consolidação dessas diretrizes. A entrega da primeira coleção representa um importante avanço na execução desse planejamento e marca uma nova etapa no fortalecimento da atuação cultural da Fundação.

 

O futuro museu reunirá obras de arte, documentos históricos, coleções e bens culturais representativos da presença brasileira no exterior, consolidando-se como um espaço permanente de preservação, pesquisa, educação e difusão cultural.

 

As oito obras incorporadas neste primeiro momento representam apenas o início da formação desse patrimônio. Como parte do compromisso assumido com a Fundação, David Luiz Valdez de Faria já selecionou e colocou formalmente à disposição da entidade parte de seu acervo particular, composto por obras de relevante interesse artístico e histórico.

 

A incorporação desse conjunto já está definida, restando apenas a conclusão dos procedimentos administrativos, documentais e logísticos necessários para o envio das obras aos Estados Unidos. A expectativa é de que esse primeiro núcleo seja ampliado progressivamente por meio de novas doações, ações de mecenato, incorporações patrimoniais e parcerias culturais, fortalecendo a representatividade do futuro museu.

 

A Brazilian Community Heritage Foundation mantém relações de cooperação e aproximação com o Museu de Belas Artes de Boston, além de outras importantes instituições artísticas e museológicas dos Estados Unidos, ampliando o intercâmbio de conhecimentos, fortalecendo projetos culturais e contribuindo para a preservação do patrimônio artístico e histórico.

 

As propostas apresentadas por David Luiz Valdez de Faria têm como objetivo ampliar a projeção da Fundação, fortalecer sua presença no cenário cultural, estabelecer novas parcerias estratégicas, incentivar o intercâmbio de conhecimentos, promover exposições, estimular a formação de acervos e desenvolver iniciativas voltadas à preservação da memória e da cultura brasileira junto às comunidades no exterior.

 

Sob a liderança do presidente sênior, Edirson Paiva, e da presidente, Liliane Paiva, a Brazilian Community Heritage Foundation vive uma nova etapa de expansão e consolidação de sua atuação cultural. Nesse contexto, as ações apresentadas e implementadas por David Luiz Valdez de Faria passam a integrar esse processo, transformando diretrizes estratégicas já existentes em realizações concretas que ampliam a presença da Fundação em ambientes culturais, acadêmicos e museológicos, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

 

Entre as primeiras iniciativas já concretizadas destaca-se a participação da Brazilian Community Heritage Foundation na exposição da artista Zackia Daura, realizada durante o Festival de Inverno de Ouro Preto. Com curadoria de David Luiz Valdez de Faria, a mostra recebeu a chancela da Fundação e passou a integrar sua estratégia de fortalecimento de imagem e ampliação de sua presença por meio de projetos culturais de reconhecida relevância, reafirmando seu compromisso com a valorização da arte brasileira, da diplomacia cultural e da cooperação entre instituições.

 

Ao incentivar a produção artística por meio do mecenato e contribuir para a formação de um patrimônio museológico representativo, a Fundação reafirma o entendimento de que preservar a cultura significa também investir nos artistas do presente, criando oportunidades para que novos talentos alcancem reconhecimento e contribuam para a construção da memória cultural brasileira.

 

Segundo David Luiz Valdez de Faria,

 

“Instituições que desejam deixar um legado precisam construir patrimônio cultural. Cada obra incorporada a uma coleção permanente representa mais do que um bem artístico: preserva histórias, fortalece identidades e aproxima povos. Incentivar artistas, formar acervos e democratizar o acesso à cultura é investir em um patrimônio que permanecerá para as futuras gerações.”

 

Ao receber oficialmente a primeira coleção de obras, a presidente Liliane Paiva passa a custodiar o núcleo inicial daquele que será o futuro acervo museológico da Brazilian Community Heritage Foundation. A expectativa é que essa coleção continue crescendo por meio de doações, ações de mecenato, parcerias estratégicas e novas incorporações, consolidando um espaço permanente dedicado à preservação, à pesquisa e à difusão da cultura brasileira nos Estados Unidos.

 

A incorporação dessas primeiras obras representa muito mais do que o enriquecimento do patrimônio da Fundação. Ela simboliza a concretização de uma importante etapa do planejamento estratégico da entidade, reafirmando seu compromisso com a preservação da memória, a valorização da produção artística brasileira e a construção de um legado cultural capaz de conectar gerações e aproximar Brasil e Estados Unidos por meio da arte, da educação e da diplomacia cultural.

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