O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades canadenses e ainda levanta questionamentos sobre o que aconteceu com a brasileira durante o período em que esteve desaparecida.
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Família de goiana encontrada morta em floresta no Canadá tenta repatriar corpo para o Brasil
A família da brasileira Letícia Oliveira Alves, natural de Goiânia (Goiás), tenta viabilizar o traslado do corpo da jovem para o Brasil após a confirmação de que ela foi encontrada morta em uma área de floresta na província de Quebec, no Canadá. Letícia estava desaparecida há mais de dois anos, e a identificação do corpo foi confirmada recentemente por meio de exames de DNA.
A jovem havia sido vista pela última vez em dezembro de 2023, na cidade de Boston, nos Estados Unidos. Desde então, familiares iniciaram uma busca intensa por informações sobre seu paradeiro, registrando o desaparecimento e mobilizando autoridades e redes sociais na tentativa de localizar a brasileira. O caso chegou a ser incluído em alertas internacionais de desaparecimento.
Meses depois, restos mortais foram encontrados por pessoas que passavam por uma região de mata no território canadense. A investigação conduzida pelas autoridades locais levou à realização de exames periciais, que posteriormente confirmaram que o corpo pertencia à brasileira desaparecida.
As circunstâncias da morte ainda não foram totalmente esclarecidas. Autoridades canadenses investigam o caso e aguardam a conclusão de exames complementares para determinar a causa oficial da morte. Entre as hipóteses consideradas está a possibilidade de hipotermia, já que o corpo foi localizado em uma área de floresta sujeita a temperaturas extremamente baixas durante o inverno.
Apesar das investigações em curso, ainda não está claro como Letícia deixou os Estados Unidos e chegou ao Canadá após seu desaparecimento. Esse deslocamento é um dos pontos que seguem sendo analisados pelas autoridades responsáveis pelo caso.
Após a confirmação da identidade da jovem, a família iniciou esforços para trazer o corpo de volta ao Brasil, onde pretendem realizar o sepultamento em Goiás. O processo de repatriação envolve procedimentos burocráticos e custos elevados, o que tem mobilizado familiares em busca de apoio institucional.
De acordo com parentes, o corpo está sob responsabilidade das autoridades na região de Quebec, enquanto são realizados os trâmites legais necessários para o traslado internacional.
A família também busca auxílio do Ministério das Relações Exteriores, por meio da rede consular brasileira, para orientar sobre os procedimentos necessários e possíveis formas de apoio no processo de repatriação.
Enquanto aguardam a conclusão da investigação e a liberação do corpo, familiares afirmam que a prioridade neste momento é conseguir trazer Letícia de volta ao Brasil para que possa ser sepultada próxima de seus parentes.
O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades canadenses e ainda levanta questionamentos sobre o que aconteceu com a brasileira durante o período em que esteve desaparecida.
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