A brasileira Juliana Peres Magalhães, de 25 anos, foi condenada a 10 anos de prisão nesta sexta-feira (13), no condado de Fairfax, na Virgínia, por participação nas mortes de Christine Banfield, sua ex-empregadora, e de Joseph Ryan. Ela está detida desde 2023. Segundo seu advogado, Juliana poderá permanecer presa por até mais quatro anos, considerando o período já cumprido e a possibilidade de redução da pena por bom comportamento.
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Au pair brasileira recebe pena de 10 anos por envolvimento em duplo homicídio nos EUA
A brasileira Juliana Peres Magalhães, de 25 anos, foi condenada a 10 anos de prisão nesta sexta-feira (13), no condado de Fairfax, na Virgínia, por participação nas mortes de Christine Banfield, sua ex-empregadora, e de Joseph Ryan. Ela está detida desde 2023. Segundo seu advogado, Juliana poderá permanecer presa por até mais quatro anos, considerando o período já cumprido e a possibilidade de redução da pena por bom comportamento.
Juliana foi apontada como cúmplice do ex-agente federal Brendan Banfield, com quem teria mantido um relacionamento extraconjugal. Brendan foi considerado culpado, por unanimidade, pelos dois homicídios e ainda aguarda a definição de sua sentença, podendo enfrentar prisão perpétua.
Durante a audiência, a brasileira manifestou arrependimento. “Espero que um dia eu seja perdoada e que também consiga me perdoar”, declarou. A juíza Penney Azcarate afirmou que o crime não teria sido executado sem a participação ativa de Juliana. “O plano não teria êxito sem seu envolvimento direto”, enfatizou.
O caso ocorreu em fevereiro de 2023. Christine Banfield foi encontrada morta a facadas dentro da residência da família, enquanto Joseph Ryan morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo. De acordo com as investigações, Ryan teria sido atraído até a casa por meio de um perfil falso criado em um site voltado a fetiches sexuais. A acusação sustenta que essa estratégia fazia parte de um plano para simular que Ryan teria cometido o assassinato de Christine, sendo posteriormente morto pelo marido em suposta legítima defesa.
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