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Revista Brazilian Times # 86
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Brasileira faz apelo por doador vivo de rim e busca esperança para continuar ao lado da família

A brasileira Sandra Salvino, de 60 anos, está fazendo um apelo público em busca de um doador vivo de rim. Diagnosticada com nefropatia por IgA, uma doença genética que provoca a perda gradual da função dos rins, ela enfrenta uma corrida contra o tempo para realizar um transplante antes que seja necessário iniciar o tratamento por diálise.

A brasileira Sandra Salvino, de 60 anos, está fazendo um apelo público em busca de um doador vivo de rim. Diagnosticada com nefropatia por IgA, uma doença genética que provoca a perda gradual da função dos rins, ela enfrenta uma corrida contra o tempo para realizar um transplante antes que seja necessário iniciar o tratamento por diálise.

Além da doença renal, Sandra também convive com problemas cardíacos, o que torna seu quadro ainda mais delicado. Por esse motivo, sua equipe médica trabalha para adiar ao máximo o início da diálise, enquanto tenta encontrar um rim compatível. Segundo os especialistas que a acompanham, um transplante com doador vivo representa a melhor oportunidade para preservar sua saúde e aumentar suas chances de uma vida mais longa e com melhor qualidade.

A doença tem limitado cada vez mais sua rotina. Sandra relata que tarefas simples passaram a exigir um esforço muito maior e que a falta de energia faz parte do dia a dia. Como se não bastasse, ela também necessita de uma cirurgia para substituição do quadril. No entanto, os médicos decidiram que esse procedimento só poderá ser realizado após o transplante de rim, quando seu estado de saúde estiver mais estável.

Apesar das dificuldades, Sandra procura manter o otimismo. Conhecida entre familiares e amigos por seu espírito acolhedor, ela afirma que sempre encontrou alegria em cuidar das pessoas, reunir a família e cultivar momentos de convivência. Um dos maiores motivos para continuar lutando são os netos gêmeos, de quem é carinhosamente chamada de “Vovó”.

“Um transplante significaria muito mais do que recuperar a saúde. Significaria poder continuar recebendo minha família em casa, acompanhar o crescimento dos meus netos e viver momentos simples que hoje têm um valor ainda maior”, afirma.

Sandra também destaca que compreende que a decisão de doar um órgão é extremamente pessoal. Por isso, pede que, mesmo quem não possa ser doador, ajude compartilhando sua história para que ela alcance alguém disposto a oferecer esse gesto de solidariedade.

Segundo as informações divulgadas em sua campanha, não é necessário ser compatível diretamente com Sandra para ajudá-la. Por meio do National Kidney Registry (NKR), é possível participar de programas de troca pareada de doadores, nos quais uma pessoa doa um rim para outro paciente e, em contrapartida, Sandra recebe um órgão compatível de outro doador vivo.

A campanha também informa que todos os custos relacionados aos exames, cirurgia e internação do doador são cobertos, além da possibilidade de auxílio para despesas com viagem e perda de renda por meio do programa Donor Shield, oferecido pelo NKR. Os candidatos passam por uma rigorosa avaliação médica e somente podem doar caso o procedimento seja considerado totalmente seguro para sua saúde.

Sandra reforça que qualquer pessoa, independentemente do estado onde mora nos Estados Unidos, pode iniciar o processo de avaliação, já que o programa conta com mais de 100 centros de transplante credenciados em todo o país.

Além de buscar um possível doador, a família pede que a campanha seja compartilhada nas redes sociais para ampliar o alcance do apelo e aumentar as chances de encontrar alguém disposto a oferecer um dos maiores gestos de solidariedade: a doação de um rim em vida.

Acesse o link para mais informações ou ajudar: https://bit.ly/4q0ruGq

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