A recompensa, equivalente a US$ 200 mil, foi divulgada pelo Federal Bureau of Investigation como parte de programas internacionais de cooperação em segurança e inteligência utilizados pelos Estados Unidos em casos considerados de alta relevância para a segurança nacional.
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FBI oferece cerca de R$ 1 milhão por informações sobre ex-agente americana acusada de espionagem para o Irã
DA REDAÇÃO
O governo dos Estados Unidos anunciou uma recompensa de aproximadamente R$ 1 milhão por informações que levem à localização e prisão da ex-agente de inteligência americana Monica Elfriede Witt, acusada de desertar para o Irã e atuar em favor do governo iraniano.
A recompensa, equivalente a US$ 200 mil, foi divulgada pelo Federal Bureau of Investigation como parte de programas internacionais de cooperação em segurança e inteligência utilizados pelos Estados Unidos em casos considerados de alta relevância para a segurança nacional.
Segundo as autoridades americanas, Witt serviu na Força Aérea dos EUA entre 1997 e 2008, trabalhando em áreas ligadas à inteligência e contrainteligência. Após deixar o serviço militar, ela continuou atuando como contratada do governo americano, tendo acesso a informações confidenciais e operações sigilosas.
De acordo com a investigação federal, a ex-agente teria desertado para o Irã em 2013 e passado a colaborar com o governo iraniano. Em 2019, ela foi formalmente acusada pela Justiça americana de espionagem e de fornecer informações sensíveis relacionadas a programas secretos dos Estados Unidos.
As autoridades afirmam que Witt teria revelado identidades de agentes e detalhes de operações de inteligência, colocando em risco profissionais ligados à segurança nacional americana. O FBI acredita que ela ainda esteja em território iraniano.
O caso voltou a ganhar repercussão após a renovação do alerta internacional e da oferta de recompensa por informações que possam ajudar a localizar a ex-agente. O programa utilizado pelo governo americano faz parte de ações estratégicas adotadas em investigações envolvendo espionagem, terrorismo e ameaças à segurança nacional.
Em comunicado, o FBI reforçou que qualquer informação relevante poderá ser enviada de forma confidencial às autoridades americanas. O governo dos Estados Unidos considera Monica Witt uma das desertoras mais importantes já acusadas de colaborar com um governo estrangeiro adversário.
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