A decisão da FIFA de retirar a suspensão do atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, desencadeou fortes reações no cenário internacional. Com a mudança, o jogador, que havia sido expulso na partida diante da Bósnia e Herzegovina, está apto a atuar contra a Bélgica nesta segunda-feira, 6 de julho.
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FIFA anula suspensão de atacante dos EUA, gera controvérsia e levanta questionamentos sobre possível influência política
A decisão da FIFA de retirar a suspensão do atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, desencadeou fortes reações no cenário internacional. Com a mudança, o jogador, que havia sido expulso na partida diante da Bósnia e Herzegovina, está apto a atuar contra a Bélgica nesta segunda-feira, 6 de julho.
A controvérsia ganhou força após a divulgação de informações indicando que o presidente Donald Trump teria conversado por telefone com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para discutir o caso de Balogun. Segundo os relatos, integrantes da administração americana também teriam participado de contatos relacionados ao recurso apresentado pela Federação de Futebol dos Estados Unidos.
A reversão da punição foi criticada por dirigentes e entidades do futebol europeu. Em nota, a UEFA afirmou que a medida pode comprometer a credibilidade das competições internacionais e classificou a decisão como um episódio “sem precedentes”. A Federação Belga de Futebol também manifestou insatisfação e questionou o processo que levou à liberação do atleta.
As críticas não ficaram restritas ao meio esportivo. O comissário da União Europeia para o Esporte, Glenn Micallef, declarou que decisões disciplinares devem ser tomadas exclusivamente pelas autoridades esportivas, sem qualquer tipo de interferência política.
Até o momento, nem a Casa Branca nem a FIFA divulgaram posicionamentos oficiais sobre os relatos envolvendo a suposta participação de Donald Trump na revisão da suspensão do atacante americano.
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