Em declaração conjunta divulgada nesta sexta-feira, os senadores norte-americanos Jeanne Shaheen (Democrata de New Hampshire) e Jim Risch (Republicano de Idaho), respectivamente presidente e membro de oposição da Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, prestaram homenagem às vítimas do atentado à Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), ocorrido há 31 anos em Buenos Aires, e reforçaram o apelo por justiça e combate ao terrorismo internacional.
Publicidade
Publicidade
Senadores dos EUA Relembram o Atentado à AMIA e Reforçam Chamado por Justiça e Combate ao Antissemitismo
Da redação
Em declaração conjunta divulgada nesta sexta-feira, os senadores norte-americanos Jeanne Shaheen (Democrata de New Hampshire) e Jim Risch (Republicano de Idaho), respectivamente presidente e membro de oposição da Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, prestaram homenagem às vítimas do atentado à Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), ocorrido há 31 anos em Buenos Aires, e reforçaram o apelo por justiça e combate ao terrorismo internacional.
“Hoje marca o 31º aniversário do atentado à bomba contra a AMIA em Buenos Aires, perpetrado pelo Hezbollah com apoio do Irã — um ataque terrorista hediondo que tirou a vida de 85 argentinos”, declararam os senadores. “É um lembrete contundente da necessidade de que todos os países do Hemisfério Ocidental permaneçam unidos contra a ameaça representada pelo Irã e seus aliados.”
O ataque de 18 de julho de 1994 é considerado o pior ato terrorista da história da Argentina e ainda segue sem resolução plena. Apesar das acusações contra altos funcionários iranianos, a impunidade persiste, alimentando críticas internacionais.
Shaheen e Risch destacaram que, embora eventos recentes no Oriente Médio tenham enfraquecido o Irã e o Hezbollah, mais esforços são necessários para impedir a reorganização desses grupos e a execução de novos ataques. Eles defenderam maior cooperação internacional para cortar fontes de financiamento de organizações terroristas, incluindo esquemas de lavagem de dinheiro e contrabando de petróleo.
Além do apelo por segurança, os senadores também alertaram para o crescimento global do antissemitismo. “Todos os governos do mundo devem fazer mais para enfrentar a crescente ameaça do antissemitismo, que alimenta o tipo de radicalismo e violência que vimos naquele dia de julho de 1994”, afirmaram.
Encerrando a nota, Shaheen e Risch reiteraram o compromisso do Senado dos EUA em manter viva a memória das vítimas da AMIA e em denunciar o antissemitismo e os atores que o exploram para promover o ódio e a violência.
A declaração dos senadores reforça a importância da memória e da justiça, em um momento em que o combate ao terrorismo e ao extremismo religioso segue como um dos principais desafios da comunidade internacional.
Publicidade




