Segundo Barber, o veterano da NASA estaria enfrentando dificuldades físicas e emocionais, vivendo em um ambiente desorganizado e sem acompanhamento contínuo adequado para sua idade.
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Amigo afirma que Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na lua, vive em condições precárias e abandonado pela família
Da redação
Um amigo de longa data de Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na Lua e piloto do módulo lunar da missão Apollo 11, afirmou que o ex-astronauta de 95 anos estaria vivendo sozinho em um apartamento em condições consideradas precárias, com apoio apenas eventual de uma enfermeira. As declarações foram feitas por Steve Barber, que disse ter visitado recentemente Aldrin e se mostrado chocado com a situação encontrada.
Segundo Barber, o veterano da NASA estaria enfrentando dificuldades físicas e emocionais, vivendo em um ambiente desorganizado e sem acompanhamento contínuo adequado para sua idade. O amigo afirma ainda que Aldrin estaria fragilizado após a morte da esposa, ocorrida recentemente, e que não contaria com a presença constante dos filhos em sua rotina diária.
As informações começaram a circular em portais internacionais de entretenimento e repercutiram nas redes sociais, levantando preocupações sobre o bem-estar de uma das figuras mais emblemáticas da história da exploração espacial. Até o momento, nenhum familiar de Buzz Aldrin se pronunciou oficialmente sobre as alegações.
Também não há confirmações por parte de veículos jornalísticos de referência ou de representantes legais do ex-astronauta que validem, de forma independente, as declarações feitas por Barber. Por esse motivo, especialistas recomendam cautela na interpretação dos relatos, que se baseiam exclusivamente no testemunho de uma única fonte próxima.
Buzz Aldrin entrou para a história em julho de 1969 ao integrar a missão Apollo 11, tornando-se o segundo ser humano a caminhar na superfície lunar, ao lado de Neil Armstrong. Após deixar a NASA, enfrentou episódios públicos relacionados à saúde mental e disputas familiares, incluindo um processo judicial movido contra os próprios filhos em 2018, no qual alegava interferência indevida em suas decisões pessoais e financeiras.
Diante da comoção gerada pelas recentes declarações, cresce a expectativa por um posicionamento oficial da família ou de representantes de Aldrin que esclareça sua real condição de saúde e de moradia. Enquanto isso, o caso segue cercado de questionamentos e atenção internacional.



