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Editorial - Imigração
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Obama não porá Dream Act à frente da reforma imigratória
29 de janeiro de 2012.

O governo do presidente Barack Obama destacou nesta quarta-feira que não porá a luta pelo Dream Act à frente da luta a favor de uma reforma imigratória integral, já que esta é o objetivo de uma administração que por ora "faz o que pode" nas duas frentes.

Representantes da Casa Branca disseram aos jornalistas da mídia latina que o governo atua com muito pouca liberdade de movimento devido à oposição republicana a uma reforma que resolva a situação de 11 milhões de imigrantes não autorizados a residir nos Estados Unidos.
Tanto a reforma imigratória como o Dream Act são propostas de vital importância com as quais será possível lutar para obter avanços, disse Cecilia Muñoz, diretora do Conselho de Política Nacional da Casa Branca. "Nossos planos continuam sendo os mesmos", disse a funcionária de origem hispânica. "Estamos fazendo o melhor trabalho possível para implantar as leis que temos agora, entendendo que existe uma lei imigratória que não funciona".

Em seu discurso sobre o Estado da União, Obama exortou o Congresso a aprovar em 2012 o Dream Act no caso de que um ano eleitoral dificultar a discussão sobre uma reforma imigratória integral. Muñoz destacou, no entanto, que o presidente não renunciará a obter uma reforma integral com a qual "está totalmente comprometido".

Cecilia Muñoz disse que o governo está focado atualmente em trabalhar com organizações e ativistas de forma constante para impulsionar uma campanha que leve a reforma imigratória a ser discutida no Congresso.

Medidas positivas

Vários mudanças administrativas como a revisão de milhares de casos de deportação pendentes ou o fato de agilizar a tramitação para que cidadãos americanos consigam vistos para parentes foram importantes, disse a assessora. "Este último não oferece muitas vias para efetuar grandes mudanças administrativas, mas continuamos fazendo o que podemos, dentro dos limites de uma lei imigratória pouco efetiva, e focados em tentar consertá-la em colaboração com o Congresso, destacou.

Muitos legisladores republicanos se opõem à aprovação de uma reforma imigratória e do Dream Act por considerá-los anistias para imigrantes que entraram nos EUA violando a lei.

Durante um debate de pré-candidatos presidenciais republicanos esta semana, Mitt Romney e Newt Gingrich se mostraram favoráveis a que o Dream Act beneficie somente os jovens que prestem serviço militar, mas que exclua aqueles que façam cursos universitários.

Muñoz não se posicionou de forma clara com respeito a esta possibilidade, mas tampouco fechou a porta. "Obama espera que o Dream Act possa ser aprovado logo", disse. O presidente anseia ter uma conversa no Congresso com qualquer um que queira falar sobre o assunto, assinalou.

Durante a reunião, os funcionários da Casa Branca destacaram também o compromisso de Obama em impulsionar o setor manufatureiro que emprega milhares de latinos.

O governo espera oferecer incentivos fiscais para que as empresas se instalem em zonas onde há mais desemprego e ampliar os cortes fiscais ao imposto de segurança social. A manobra beneficiaria 25 milhões de trabalhadores latinos, revelaram os funcionários.

(fonte: acheiusa.com)
Comentários (1)
Wilson
danbury, - Connecticut - 30-01-12
So bla bla bla pra se reeleger.
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