Representando o Brasil na final da Copernicus Olympiad, em Nova Iorque, Laurinha vive uma experiência inesquecível ao lado de jovens talentos de diversos países. Nesta entrevista especial ao Brazilian Times, ela compartilha suas vivências, conquistas e o amor que sente pelos números.
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Laura Batista ganha medalha de prata em Olimpíada de Matemática em Nova York
Com apenas 9 anos, Laura Batista acaba de conquistar um feito extraordinário: a medalha de prata na Copernicus Olympiad, uma das mais prestigiadas olimpíadas de matemática do mundo, realizada em Nova York. Carinhosamente chamada de Laurinha, ela é uma menina brasileira apaixonada por números e tem se destacado em competições internacionais, provando que talento, dedicação e amor pela matemática podem levar qualquer criança a lugares incríveis.
Representando o Brasil na final da Copernicus Olympiad, em Nova Iorque, Laurinha vive uma experiência inesquecível ao lado de jovens talentos de diversos países. Nesta entrevista especial ao Brazilian Times, ela compartilha suas vivências, conquistas e o amor que sente pelos números.
“Ganhei a medalha de PRATA na Copernicus Olympiad! Que felicidade poder levar essa vitória para o Brasil e para todas as crianças brasileiras que sonham alto como eu. Obrigada a todos que torceram por mim. Essa medalha é nossa!”, comemorou Laurinha com entusiasmo.
Brazilian Times – Quem é a Laurinha? Me fale sobre você.
Laura Batista – Oi! Eu sou a Laura Batista, tenho 9 anos. Amo matemática! Também adoro brincar, ler livros e ficar com minha família e amigos.
BT – Você mora em qual cidade?
LB – Moro em Vila Velha, no Espírito Santo, Brasil.
BT – Desde quando surgiu esta paixão pela matemática?
LB – Desde bem pequenininha! Eu sempre gostei de fazer contas. Cada coisa nova que eu aprendia, mais eu queria aprender. Sou assim até hoje.
BT – Como está sendo a sua viagem aos Estados Unidos? O que você conheceu de diferente aqui?
LB – Tá sendo super bacana. Parece um sonho. Tudo aqui é diferente do Brasil: as ruas, as casas e até a comida. Eu vi lugares lindos e aprendi um montão de coisas novas. Fui conhecer a Universidade de Harvard, o Consulado Brasileiro em Boston e vários lugares legais. Também visitei a Universidade Columbia em Nova Iorque, andei pelas ruas de Manhattan e fui em museus bem legais. A matemática tá me levando pra lugares que eu nunca imaginei!
BT – Como foi a Copernicus Olympics?
LB – Não tenho palavras para descrever. Conheci crianças de vários países e todo mundo gosta muito de matemática. A prova foi bem desafiadora, não vou negar. Mas estou vivendo uma experiência única.
BT – Você sabe dizer quantos candidatos participaram desta Olimpíada de Matemática?
LB – Tinha gente do mundo inteiro. Na primeira fase eram 25 mil crianças inscritas. Estudantes de mais de 50 países. Foram classificados 3 mil para a final nos Estados Unidos. Aqui em Nova Iorque somos cerca de 700 estudantes, mas só 34 crianças brasileiras estão representando o Brasil… e eu sou uma delas. Fiquei muito feliz.
BT – Você pretende participar de mais olimpíadas de matemática?
LB – Sim! Quero continuar participando porque adoro me desafiar, representar as crianças brasileiras e aumentar minha coleção de medalhas olímpicas.
BT – Laurinha, o que você quer ser quando crescer?
LB – Ainda não sei… mas quero fazer algo que tenha matemática no meio e que ajude as pessoas.
BT – Que mensagem você gostaria de deixar para as pessoas, principalmente as crianças da sua idade?
LB – Quero dizer pra nunca desistirem dos sonhos. Se a gente estuda e se esforça, consegue chegar muito longe.
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