Um menino brasileiro de apenas 9 anos estaria sendo vítima de bullying e agressões físicas dentro e fora da escola em Charleston, na Carolina do Sul. O caso veio a público após a mãe da criança procurar a Rádio Brazil Atlanta em desespero, relatando uma série de episódios envolvendo colegas e, segundo ela, até mesmo o motorista do ônibus escolar.
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Menino brasileiro de 9 anos denuncia bullying e agressões em escola na Carolina do Sul
Um menino brasileiro de apenas 9 anos estaria sendo vítima de bullying e agressões físicas dentro e fora da escola em Charleston, na Carolina do Sul. O caso veio a público após a mãe da criança procurar a Rádio Brazil Atlanta em desespero, relatando uma série de episódios envolvendo colegas e, segundo ela, até mesmo o motorista do ônibus escolar.
De acordo com o relato da família, o episódio mais recente ocorreu no dia 19 de fevereiro de 2026. Na ocasião, o menino teria ligado para a mãe de dentro do ônibus escolar pedindo socorro e afirmando que não aguentava mais ir à escola. A mãe afirma que o filho vem sofrendo agressões recorrentes e que já houve ameaças por parte de outro aluno.
A família informa que já registrou boletins de ocorrência, inclusive relacionados a um caso anterior em 2023. Segundo a mãe, apesar das denúncias, o aluno apontado como agressor não foi expulso. Ela também afirma enfrentar dificuldades para transferir o filho de unidade escolar, já que a matrícula está vinculada ao endereço residencial da família.
Um vídeo gravado dentro do ônibus escolar por uma colega do menino mostra imagens, descritas como fortes e perturbadoras, e momentos de agressão que geraram indignação. No entanto, por envolver menores de idade, o conteúdo não foi divulgado.
A direção da A.C. Corcoran Elementary School, localizada em North Charleston, respondeu por meio de nota oficial enviada por e-mail.
O distrito escolar informou que está ciente do incidente ocorrido em 19 de fevereiro de 2026, que os protocolos internos foram seguidos e que imagens de vigilância disponíveis foram analisadas. Ainda segundo a nota, as autoridades foram acionadas e o caso foi investigado pelo North Charleston Police Department.
A escola declarou que medidas disciplinares apropriadas foram adotadas conforme o Código de Conduta do Estudante. Contudo, ressaltou que, em razão das leis federais de privacidade estudantil, não pode divulgar detalhes específicos sobre alunos envolvidos ou eventuais punições aplicadas.
O distrito escolar também afirmou que o estudante recebeu suporte adequado e que medidas foram implementadas para garantir maior segurança durante o transporte escolar. A instituição reforçou que mantém políticas rigorosas de combate ao bullying e que todos os relatos são investigados de forma criteriosa.
Enquanto isso, a família segue cobrando providências mais severas e afirma que teme pela segurança e pelo bem-estar emocional da criança. O caso reacende o debate sobre bullying em escolas americanas e os desafios enfrentados por famílias imigrantes na busca por proteção e respostas diante de situações de violência envolvendo menores.
Fonte: @radiobrazilatl




