Uma mulher identificada como a brasileira Ana C. Amato, de 49 anos, residente em Old Bridge, no estado de Nova Jersey de 49 anos foi e acusada de exercer ilegalmente a odontologia e causar lesão corporal grave.
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Autoridades afirmam que falsa dentista brasileira abandonou paciente sangrando em Nova Jersey
Uma mulher identificada como a brasileira Ana C. Amato, de 49 anos, residente em Old Bridge, no estado de Nova Jersey de 49 anos foi e acusada de exercer ilegalmente a odontologia e causar lesão corporal grave. Segundo as autoridades, o caso chama atenção pela gravidade da conduta: a suspeita teria abandonado um paciente enquanto ele ainda estava com sangramento ativo após um procedimento malsucedido.
De acordo com a polícia, a investigação teve início após a denúncia de uma vítima que relatou ter sido submetida a um tratamento de canal em condições totalmente irregulares. O procedimento, que exige ambiente esterilizado e conhecimento técnico especializado, foi realizado em um local improvisado, sem qualquer estrutura adequada.
As autoridades afirmam que, durante o atendimento, a mulher utilizou uma broca odontológica, causando dores intensas e perfurações indevidas na cavidade oral do paciente. Sem anestesia apropriada e sem preparo técnico, a intervenção rapidamente evoluiu para uma complicação grave.
O ponto mais alarmante, segundo os investigadores, ocorreu quando o paciente começou a sangrar de forma intensa. Nesse momento, a suspeita interrompeu o procedimento e, em vez de prestar socorro, orientou apenas que a vítima enxaguasse a boca com água. Em seguida, recolheu seus equipamentos e deixou o local, abandonando o paciente em estado crítico, ainda com sangramento ativo.
“A suspeita deixou a vítima sangrando, sem qualquer assistência médica ou encaminhamento de emergência”, destacaram as autoridades responsáveis pelo caso.
Mesmo após o ocorrido, a mulher voltou a entrar em contato com o paciente dias depois, exigindo o pagamento restante de 700 dólares pelo serviço incompleto — atitude que, segundo a polícia, reforça a frieza e a gravidade da conduta.
A partir dessas mensagens, investigadores conseguiram avançar no caso. Um agente infiltrado passou a se comunicar com a suspeita, se passando por um novo cliente, e marcou um encontro. A prisão foi realizada no dia 19 de fevereiro, no momento em que ela se preparava para realizar mais um atendimento clandestino.
As autoridades também revelaram que a suspeita atuava sem qualquer licença profissional, utilizando redes sociais e aplicativos de mensagens para atrair principalmente imigrantes, oferecendo serviços a preços mais baixos que os de clínicas regularizadas.
O caso segue sob investigação, e a polícia não descarta a existência de outras vítimas. As autoridades reforçam o alerta para que a população busque sempre profissionais devidamente licenciados, destacando que situações como essa podem colocar vidas em risco.
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