De acordo com o ICE, a prisão ocorreu em razão do histórico criminal do brasileiro, que inclui condenações por estupro de menor, agressão sexual indecente contra criança com menos de 14 anos e posse de material de abuso sexual infantil.
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ICE prende brasileiro condenado por crimes sexuais contra crianças
Da redação
Os agentes do Departamento de Imigração (ICE, sigla em inglês) prenderam, no dia 19 de dezembro de 2025, um brasileiro condenado por crimes sexuais graves envolvendo crianças. A ação foi realizada pelo escritório de campo da agência em Boston (Massachusetts) e teve como alvo Antony Araújo, classificado pelas autoridades como um “estrangeiro criminoso”.
De acordo com o ICE, a prisão ocorreu em razão do histórico criminal do brasileiro, que inclui condenações por estupro de menor, agressão sexual indecente contra criança com menos de 14 anos e posse de material de abuso sexual infantil.
As autoridades afirmam que os crimes representaram uma ameaça direta à segurança pública, especialmente a populações vulneráveis.
Imagens divulgadas pelo ICE mostram o brasileiro algemado, escoltado por dois agentes, enquanto é conduzido para fora de um veículo preto em uma área próxima a um cais de carga. Segundo a agência, a operação faz parte dos esforços contínuos para identificar, deter e remover do país imigrantes com condenações por crimes violentos ou de exploração.
Em comunicado, o ICE destacou que a ação reforça sua missão de proteger a segurança nacional e a comunidade ao priorizar a prisão de indivíduos com histórico criminal grave. “Criminosos condenados por delitos dessa natureza estão no topo da lista de prioridades para detenção e deportação”, afirmaram autoridades da agência.
A prisão ocorre em meio a um aumento da fiscalização migratória na região da Nova Inglaterra, onde o ICE tem intensificado operações voltadas a estrangeiros condenados por crimes violentos, sexuais ou relacionados à exploração de menores. Informações sobre o status migratório de Araujo ou sobre como ele entrou nos Estados Unidos não foram divulgadas até o momento.
O caso reacende o debate sobre imigração e segurança pública, destacando a atuação das autoridades federais no monitoramento e na remoção de imigrantes com condenações criminais consideradas graves pelas leis norte-americanas.




