Os Estados Unidos deram sinal verde para que o Brasil avance na negociação de um novo pacote de equipamentos militares avaliado em até US$ 1,28 bilhão. As autorizações envolvem sistemas de defesa antiaérea e helicópteros multifunção que poderão ser empregados em operações militares, vigilância de fronteiras, missões de resgate e atendimento a emergências.
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EUA aprovam venda de pacote militar de até US$ 1,28 bilhão ao Brasil
Os Estados Unidos deram sinal verde para que o Brasil avance na negociação de um novo pacote de equipamentos militares avaliado em até US$ 1,28 bilhão. As autorizações envolvem sistemas de defesa antiaérea e helicópteros multifunção que poderão ser empregados em operações militares, vigilância de fronteiras, missões de resgate e atendimento a emergências.
A aprovação mais recente, anunciada em junho, contempla a possível aquisição de 100 mísseis antiaéreos portáteis Stinger, além de lançadores, treinamento de militares, suporte técnico e logística. O pacote tem valor estimado em até US$ 330 milhões.
Os mísseis Stinger são projetados para serem operados por tropas em solo e têm capacidade para interceptar aeronaves, helicópteros e outros alvos que voam em baixa altitude. O objetivo é fortalecer a proteção do espaço aéreo brasileiro, ampliar a segurança de áreas estratégicas e reforçar a vigilância das fronteiras.
Outra autorização concedida pelos EUA envolve a venda de 12 helicópteros Black Hawk, acompanhados de equipamentos de apoio, em uma negociação estimada em até US$ 950 milhões. As aeronaves podem ser utilizadas no transporte de tropas e cargas, evacuação médica, operações de busca e salvamento, missões de paz e ações de resposta a desastres naturais, como enchentes e incêndios. O Exército Brasileiro já recebeu a primeira unidade em dezembro de 2025.
As negociações fazem parte do programa norte-americano Foreign Military Sales (FMS), mecanismo que viabiliza a venda de equipamentos de defesa entre governos. Os valores anunciados representam o limite máximo autorizado pelas autoridades dos Estados Unidos e ainda poderão sofrer alterações durante o processo de negociação.
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