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Revista Brazilian Times # 84
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Coluna: Update! ESPECIAL

CCB-USA PARTICIPA DE AUDIÊNCIA EM WASHINGTON EM PROL DO BRASIL

CCB-USA PARTICIPA DE AUDIÊNCIA EM WASHINGTON EM PROL DO BRASIL

Dia 3 de setembro, o Congresso Conservador Brasileiro nos Estados Unidos (CCB-USA), viajou de Massachusetts à Washington, com uma missão muito especial. Representado por sua Presidente Fatima Heath, o ativista Paulo H Gardingo e o advogado Ricardo Vasconcellos, participaram da Comissão Internacional de Comércio (USITC), em Washington DC, onde defenderam sanções contra o STF e o atual Governo Federal. 

A audiência que os membros do CCB-USA participaram, faz parte da investigação comercial da Seção 301, que apura práticas concorrenciais desleais do Brasil. O Congresso Conservador Brasileiro nos Estados Unidos, apresentou um dossiê com importantes denúncias, propondo que os EUA enviem militares para monitorar as eleições brasileiras de 2026, alegando a necessidade de garantir a integridade do processo eleitoral. A entidade também propõe um acordo técnico militar entre Brasil e EUA para proteger a integridade das eleições, citando preocupações com o narcotráfico e a coerção local durante a contagem de votos. 

Afirmaram também que, o Brasil tem feito acordos de mineração de nióbio, lithium com a China, além de estar comprando petróleo direto da Russia, e com números que absurdos. Como por exemplo esta parte do documento protocolado: 

“De acordo com o Departamento de Energia do Brasil, durante a administração de Bolsonaro, o Brasil importou uma pequena quantidade de diesel da Rússia. No entanto, sob a liderança de Lula, em 2024, a Rússia fornecia mais de 70% do diesel do Brasil, avaliado em mais de US$ 5 bilhões, enquanto as refinarias dos EUA perderam participação de mercado para apenas 20%. Este ato implica não apenas o desvio comercial, mas também uma dependência deliberada de um adversário comercial. Em  27 de agosto de 2025, o Brasil declarou medidas comerciais recíprocas, impondo uma tarifa de 50% aos EUA. Esse movimento potencialmente coloca a China em um status comercial mais favorável, sobrecarrega as exportações dos EUA e fortalece os laços econômicos com a China. A narrativa não termina aqui. A China intensificou seus investimentos no setor de minerais do Brasil, com empresas como a BYD, uma fabricante chinesa de carros elétricos, adquirindo grandes reservas de lítio no Brasil, e o CMOC Mining Group assumando o controle do nióbio (um mineral usado para fabricar chips aeroespacial, mísseis e jatos). A China planeja investir US$ 3,5 bilhões em novos empreendimentos de mineração até 2025, potencialmente colocando em risco as cadeias de suprimentos dos EUA, vitais para os setores militar e de defesa”, afirmou o CCB-USA para Comissão que julgava as ações do Brasil, para testemunhas que tinham representantes de empresas como a FIESP, Comissão de Energia do Brasil, Comissão de Agricultura e Pesca Brasileiro, Associação que representava também Soja, Cana de acúcar e Café.

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