Max quebra todos os recordes de velocidade no circuito de Mon-za
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Verstappen “com carroça voa” em Monza!
“Com carroça voa” é uma metáfora para indicar que o carro de Verstappen estava em Monza absurdamente muito mais rápido e superior aos outros, a ponto de parecer que qualquer carro, mesmo uma “carroça”, voaria nas mãos do tetracampeão e “muleke voador”. Performance dominante: Verstappen obteve a pole position com a volta mais rápida da história da F1 em Monza e, apesar de ter tido um pequeno contratempo no início da corrida, conquistou uma vitória incontestável e avassaladora, com quase 20 segundos de vantagem sobre o segundo colocado, Lando Norris.
A Fórmula 1 viveu no domingo (7), em Monza, um capítulo histórico. Max Verstappen venceu o GP da Itália e estabeleceu um novo recorde: a corrida mais rápida de todos os tempos da categoria. O piloto da Red Bull cruzou a linha de chegada em 1h13min23s, superando a marca que pertencia a Michael Schumacher desde 2003. E de quebra, Max mais uma vez escreveu seu nome nos livros de recordes e história. Durante a classificação para o GP Monza, o piloto “muleke voador” estabeleceu a volta mais rápida já registrada na categoria, com uma velocidade média de 264,682 km/h, superando o recorde estabelecido por Lewis Hamilton em 2020. Verstappen mostrou como a tecnologia e a expertise humana se alinham a um gênio para atingir velocidade supersônica.

“Foi um grande dia para nós. A primeira volta foi um pouco complicada, mas depois estávamos voando. O carro estava realmente muito agradável de pilotar, consegui administrar bem o ritmo no primeiro stint e paramos na hora certa. Com os pneus duros no final, deu para forçar mais, eles eram mais resistentes. Foi uma execução fantástica de toda a equipe”, disse o tetracampeão.
Verstappen destacou ainda o equilíbrio e a consistência ao longo do fim de semana em Monza. “Durante todo o fim de semana estivemos muito fortes, e é super prazeroso vencer aqui. Eu percebi que o ritmo estava bom, só precisava me acomodar na corrida. Rapidamente voltamos para a liderança, e foi um fim de semana inacreditável”, completou.
A vitória encerra uma fase de altos e baixos para o holandês, que vinha de um jejum desde maio. Com o resultado, ele alcança três vitórias em 2025, sendo duas em solo italiano, e mantém viva a pressão sobre a McLaren, equipe que dominou boa parte da temporada e que certamente terá um dos pilotos campeão da temporada.
Vergonha o que a McLaren fez!

A ordem de equipe da McLaren para que Piastri entregasse o segundo lugar a Norris foi uma das coisas mais vergonhosas e anti-esportivas que já vimos. Se a equipe errou com Norris, o problema é dela, não de Piastri. Mas, claro, como sempre, a McLaren vive para satisfazer os caprichos do seu menino de ouro. Norris é tratado como se fosse herdeiro da coroa inglesa, quando na realidade, o piloto frio, cirúrgico e implacável, está sentado no outro carro laranja.
E aí temos Verstappen. Para o desespero de quem não suporta o holandês, ele não é apenas rápido: ele é um gênio. Daqueles que surgem uma vez a cada geração. Verstappen está além das limitações da equipe, além do carro ser bom ou ruim. Sim, há um limite para qualquer piloto. Mas o limite de Verstappen é um abismo muito mais profundo do que o dos mortais que dividem o grid com ele.
E antes que venham os críticos e as “viuvas” de ex-pilotos em atividade, deixo claro: Não faço previsões, isso deixo para os meteorologistas que erram todos os dias. Eu faço apostas, baseadas naquilo que vejo e acredito. E adivinhe? Às vezes acerto. Outras, não. Mas se tem uma coisa que nunca falha é a constatação: Enquanto a McLaren paparica um garoto mimado, a Fórmula 1 ainda respira porque existe um gênio chamado Max Verstappen.
A próxima corrida será o Grande Prêmio do Azerbaijão, que acontecerá no circuito da cidade de Baku no dia 21 de setembro de 2025.
Texto by: Roberto Vieira
Jornalista e comentarista esportivo




