Lídia Ferreira
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Coluna Saúde da Mulher: Veganismo e o Impacto da Decisão de Gisele Bündchen
Como compreender quais são os impactos à nossa saúde que estão relacionados às tantas mudanças ao longo das últimas décadas, como a guerra entre veganismo e outros hábitos alimentares?
Na semana passada, Gisele Bündchen, anunciou que abandonou o veganismo depois do diagnóstico de anemia provocado pela deficiência de ingestão de ferro entre outros nutrientes. A empresária e ex-modelo internacional e também ex-esposa do jogador Tom Brady, que ficou mundialmente famosa pela belíssima carreira de sucesso, por mais de 10 anos foi também referência da prática do veganismo.
Gisele, que gravou inúmeros vídeos, e materiais que defendiam o hábito extremamente restrito de alimentação, resolveu falar abertamente sobre o que a levou mudar radicalmente a sua forma de encarar a alimentação.
Segundo Gisele, que também é mãe de três filhos, incluindo o filho mais novo, chamado River, fruto do relacionamento com o brasileiro Joaquim Valente, médico, atleta e também empresário, manteve uma rotina rigorosa de exercícios e alimentação imposta de forma “orgânica” à toda família.
Se somos o que, como e quanto comemos, até que ponto temos consciência de como somos influenciadas por “modismos” ou por “dados científicos” que insistem em ditar o que “devemos ou não fazer”? Quando ingerimos os alimentos claro que existe um leque de consequências ao organismo Assim também quanto aos nossos hábitos de consumo e revelam a forma em que vemos a vida.
O anúncio de Gisele reacendeu o debate em relação à alimentação que persiste nas últimas décadas e envolve os benefícios e riscos de comportamento relacionados à nutrição. Apesar da revelação de Gisele ter acontecido recentemente, ela mesma assumiu que a mudança na alimentação ocorreu ainda no ano de 2024 após um diagnóstico de anemia, que possivelmente foi determinante, já que o nascimento de seu filho River ocorreu em fevereiro de 2025.
O veganismo está relacionado à prevenção ao abuso dos alimentos, principais responsáveis pela fonte de proteína do prato da maioria da população, incluíndo a brasileira. Mesmo depois de tantos anos da popularidade do veganismo, ainda existem muitas dúvidas quanto aos fundamentos, benefícios e riscos desse tipo de prática.
Nem tudo que é bom para alguém é importante ou fundamental para todos. Todavia, assim como toda escolha tem uma consequência, seguir tendências ou ideologias também. O que precisamos estar sempre atentas é que estamos sujeitas a manipulação em massa, que muitas das vezes provocadas por dados limitados que são, gradativamente, acompanhados com novas oportunidades de ganho financeiro.
Ou seja, qual será o motivo pelo qual, hora ingerir café faz bem, hora é prejudicial, hora consumir gordura animal é nocivo, hora é essencial, hora carboidrato é vital, hora é perigoso, hora comer um ovo por dia é importante, hora aumenta o risco de elevar o nível de colesterol?
No final, quem é que realmente ganha e quem perde com toda essa discussão? E como manter a mente e o corpo à frente de toda essa “confusão”?
Os prós e contras do veganismo
A coluna Saúde da Mulher abordou em outras edições o tema sobre veganismo, assim como dicas e assuntos relacionados à alimentação e hábitos saudáveis. Mais do que se informa, necessitamos estabelecer metas e de nos conscientizarmos sobre, como, quando, quanto e o que queremos para as nossas vidas de forma a vivermos com mais qualidade e equilíbrio em todas as áreas da vida.
Na próxima edição você terá a oportunidade de rever algumas dessas informações, além de poder aprender ainda mais sobre o valor da nutrição e dos cuidados com a saúde de forma geral, assim como a emocional e intelectual. Se esse assunto gerou ainda mais curiosidade e gostaria de enviar sua pergunta para Saúde da Mulher, entre em contato com a nossa produção, através do jornal Brazilian Times.
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