Uma brasileira de 34 anos foi presa após um incidente envolvendo agressão a uma idosa em cadeira de rodas na embarcação que dá acesso ao Magic Kingdom, em Orlando (Flórida). O caso ocorreu em fevereiro, em meio ao desembarque de visitantes rumo ao parque. Mas somente agora as autoridades liberaram alguns detalhes.
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Brasileira é enfrenta julgamento por jogar bebida em idosa cadeirante em embarcação na Flórida
Uma brasileira de 34 anos foi presa após um incidente envolvendo agressão a uma idosa em cadeira de rodas na embarcação que dá acesso ao Magic Kingdom, em Orlando (Flórida). O caso ocorreu em fevereiro, em meio ao desembarque de visitantes rumo ao parque. Mas somente agora as autoridades liberaram alguns detalhes.
De acordo com registros do Orange County Sheriff’s Office, Amanda Pinheiro Muir foi acusada de agressão contra pessoa com 65 anos ou mais, uma tipificação considerada mais grave pela legislação local. Ela se declarou inocente, conforme documentos da Orange Circuit Court. O advogado da acusada não respondeu aos pedidos de comentário.
Segundo o relatório policial, a confusão começou durante o desembarque, quando havia grande concentração de pessoas. A versão da vítima aponta que Amanda teria pedido para que ela “cuidasse dos pés”. Em seguida, ao passar pela idosa, teria feito uma ameaça: “Eu poderia te dar um soco na cara”.
Ainda conforme o documento, a vítima teria ignorado a provocação, mas acabou tendo uma bebida gelada jogada sobre sua cabeça. O marido da vítima relatou que o casal permaneceu sentado aguardando a saída dos demais passageiros, justamente porque a mulher utiliza cadeira de rodas e corria risco de ser pisoteada.
Já durante o depoimento à polícia, Amanda apresentou outra versão. Segundo o relatório, ela afirmou que a vítima teria feito comentários ofensivos sobre seu filho, o que a deixou irritada. A brasileira admitiu ter jogado a bebida.
Diante dos fatos, e com base em “causa provável”, as autoridades efetuaram a prisão da suspeita, que foi algemada e levada para a cadeia do condado de Orange. A vítima manifestou interesse em prosseguir com a acusação.
O relatório não informa o seu local atual de residência da brasileira. Registros judiciais indicam ainda que ela precisou de um intérprete de português durante as audiências iniciais.
O caso segue em tramitação na Justiça da Flórida.
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